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Funcionários do Banif na Madeira pressionados para rescindir contratos

O partido Juntos Pelo Povo (JPP) na Madeira afirmou hoje ter recebido "denúncias" que os funcionários das agências do anterior Banif estão a ser confrontados com a rescisão dos contratos de trabalho.

© Rafael Marchante / Reuters

"O Santander Totta está a pressionar para rescisão de contratos os funcionários do antigo Banif", diz o JPP num comunicado enviado à agência Lusa

No mesmo documento, o JPP declara estar "consideravelmente preocupado com as denúncias que tem recebido no dia de hoje, relativamente à política de gestão de recursos humanos do Banco Santander Totta, que esta semana se encontra na Madeira a convocar os funcionárias das agência anteriores do BANIF".

Na nota, adianta que a situação "está a assumir contornos de elevada pressão aos funcionários, que estão a ser confrontados com a rescisão de contratos, contrariando aquilo que o JPP chegou a alertar em dezembro último, e que os responsáveis políticos das regiões autónomas dos Açores e da Madeira afirmaram no início do ano".

Este movimento de cidadãos na Madeira, que se tornou partido e tem um grupo parlamentar composto por cinco deputados na Assembleia Legislativa do arquipélago, sublinha estar "apreensivo com esta situação", mencionando que já solicitou "explicações concretas acerca deste processo" à direção do banco, ao presidente do executivo madeirense e ao primeiro-ministro.

O JPP recorda que o chefe do executivo da Madeira, o social-democrata Miguel Albuquerque, assegurou, em janeiro, "ter desenvolvido todas as diligências no sentido a manter os postos de trabalho".

"O JPP aguarda, para já, as respostas da entidade de gestão do banco e dos órgãos executivos da Região e do Continente", conclui o comunicado do Juntos Pelo Povo.

A TVI noticiou em 13 de dezembro de 2015 (um domingo à noite) que o Banif ia ser alvo de uma medida de resolução. A notícia terá precipitado a corrida aos depósitos, cuja fuga foi próxima de mil milhões de euros na semana seguinte, segundo o ex-presidente executivo do Banif, Jorge Tomé.

A 20 de dezembro de 2015, num domingo, o Governo e o Banco de Portugal anunciaram a resolução do Banif, com a venda de parte da atividade bancária ao Santander Totta, por 150 milhões de euros, e a transferência de outros ativos - incluindo tóxicos- para uma nova sociedade veículo.

Lusa

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