sicnot

Perfil

Boko Haram

Boko Haram

Boko Haram

Dois ataques bombistas fazem 44 mortos e 47 feridos em Jos, na Nigéria

Pelo menos 44 pessoas morreram em dois ataques bombistas domingo em Jos, no centro da Nigéria, após um fim de semana sangrento provocado pelo grupo extremista islâmico Boko Haram.

Bandeira do grupo Boko Haram.

Bandeira do grupo Boko Haram.

© Joe Penney / Reuters

"De momento contamos 44 mortos e 47 feridos decorrentes dos dois ataques", referiu Mohamed Abdulsalam, da agência nacional de gestão de emergências.

Anteriormente, a polícia do Estado de Plateau, do qual Jos é a capital, tinha dito que pelo menos 18 pessoas tinham morrido nos ataques de domingo à noite num centro comercial perto de uma mesquita popular.

A responsabilidade dos ataques ainda não foi reclamada pelos autores, mas Jos tem sido alvo de ataques dos militantes islamistas.

Plateau, que se encontra no meio de duas tendências religiosas, entre a maioria cristã do sul da Nigéria e a maioria muçulmana a norte, também tem sentido ondas de violência sectária que resultaram na morte de milhares de pessoas na última década.

Os combatentes extremistas do Boko Haram aumentaram o número de ataques no norte da Nigéria desde a subida ao poder do Presidente Muhammadu Buhari, a 29 de maio.

Com os últimos ataques, contam-se mais de 500 mortes, refere a agência noticiosa AFP.

No domingo, um bombista suicida fez-se explodir dentro de uma igreja, matando cinco religiosos na cidade de Potiskum, no Estado de Yobe, no norte da Nigéria.

Na semana passada, combatentes militantes islamitas atacaram em várias zonas em redor do Lago Chade, causando a morte de mais de 150 religiosos.

 

Lusa

  • Atacantes de Barcelona "não estão a caminho da nossa fronteira"
    7:00

    Ataque em Barcelona

    O diretor da Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária esteve esta sexta-feira no Jornal da Noite para falar sobre o duplo atentado em Espanha. Luís Neves diz que o nível de ameaça em Portugal, perante os ataques, não foi alterado porque "não se detectou que tenha existido informação que possa colocar o nosso território em perigo".