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Suspeito da morte da deputada britânica dá resposta insólita em tribunal

Suspeito da morte da deputada britânica dá resposta insólita em tribunal

O suspeito pela morte da deputada Jo Cox foi já ouvido em tribunal e formalmente acusado de homicídio. Quando lhe perguntaram o nome na sala de audiências, Thomas Mair respondeu de forma insólita e disse: "O meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido". A campanha para o referendo do dia 23 está suspensa até segunda-feira.

  • A literatura extremista do assassino de Jo Cox

    Mundo

    As autoridades britânicas encontraram objetos nazis e literatura de extrema-direita - que incluem instruções para fazer uma pistola do zero - em casa de Thomas Mair, o suspeito de ter assassinado Jo Cox, a deputada britânica.

  • Jo Cox vivia com o marido e os filhos num barco no rio Tamisa
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    O Reino Unido continua em choque com a morte da deputada Jo Cox. A campanha ao referendo de dia 23 está suspensa até segunda-feira. No local onde Jo Cox foi assassinada, David Cameron apelou à tolerância e à união. A deputada ficou conhecida pelas posições pró-Europa e pela preocupação pelos migrantes. Jo Cox vivia com o marido e os dois filhos, num barco ancorado no Rio Tamisa.

  • "O meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido"
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    Brexit

    O homem que matou a deputada trabalhista britânica, Jo Cox, está a ser ouvido no Tribunal de Westminster. Logo no início da sessão quando os magistrados lhe perguntaram o nome, Thomas Mair respondeu de forma insólita dizendo: "o meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido". A campanha ao referendo de dia 23 continua suspensa. Os trabalhistas só deverão retomar as ações na segunda-feira.

  • PSD e CDS assinalam 36º aniversário da morte de Francisco Sá Carneiro
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    País

    O presidente do PSD deixou críticas ao Partido Comunista, este domingo, a propósito do aniversário da morte de Francisco Sá Carneiro. Pedro Passos Coelho lembrou os festejos dos comunistas na altura, numa resposta a quem questionou a abstenção dos sociais-democratas ao voto de pesar a Fidel Castro, que o PCP levou ao Parlamento. Este domingo, tanto o PSD como o CDS-PP prestaram homenagem a Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa.