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Suspeito da morte da deputada britânica dá resposta insólita em tribunal

Suspeito da morte da deputada britânica dá resposta insólita em tribunal

O suspeito pela morte da deputada Jo Cox foi já ouvido em tribunal e formalmente acusado de homicídio. Quando lhe perguntaram o nome na sala de audiências, Thomas Mair respondeu de forma insólita e disse: "O meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido". A campanha para o referendo do dia 23 está suspensa até segunda-feira.

  • A literatura extremista do assassino de Jo Cox

    Mundo

    As autoridades britânicas encontraram objetos nazis e literatura de extrema-direita - que incluem instruções para fazer uma pistola do zero - em casa de Thomas Mair, o suspeito de ter assassinado Jo Cox, a deputada britânica.

  • Jo Cox vivia com o marido e os filhos num barco no rio Tamisa
    2:57

    Brexit

    O Reino Unido continua em choque com a morte da deputada Jo Cox. A campanha ao referendo de dia 23 está suspensa até segunda-feira. No local onde Jo Cox foi assassinada, David Cameron apelou à tolerância e à união. A deputada ficou conhecida pelas posições pró-Europa e pela preocupação pelos migrantes. Jo Cox vivia com o marido e os dois filhos, num barco ancorado no Rio Tamisa.

  • "O meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido"
    1:57

    Brexit

    O homem que matou a deputada trabalhista britânica, Jo Cox, está a ser ouvido no Tribunal de Westminster. Logo no início da sessão quando os magistrados lhe perguntaram o nome, Thomas Mair respondeu de forma insólita dizendo: "o meu nome é morte aos traidores e liberdade para o Reino Unido". A campanha ao referendo de dia 23 continua suspensa. Os trabalhistas só deverão retomar as ações na segunda-feira.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.