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Eslováquia culpa política migratória e pede mudanças na UE

O governo da Eslováquia, que assume a presidência do Conselho Europeu a 1 de julho, culpou hoje indiretamente a política migratória europeia pela saída do Reino Unido da União Europeia e exigiu "mudanças profundas" no bloco comunitário.

© Stephane Mahe / Reuters

"Muitas pessoas que vivem na Europa recusa a política migratória europeia e há uma grande insatisfação com as políticas económicas da União Europeia (UE)", disse o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico.

"Os 27 países que ficam precisam de encontrar a força necessária para dizer que as políticas fundamentais da UE devem ser profundamente reformadas", acrescentou o político social-democrata, cujo país foi um dos mais críticos em relação ao acolhimento de refugiados e migrantes na Europa.

Ao mesmo tempo, Fico considerou que a decisão de hoje "não é nenhuma tragédia, é a realidade", e instou os líderes dos restantes países comunitários a registar a decisão britânica "com caráter imediato".

O primeiro-ministro eslovaco insistiu que será um enorme erro se a reação dos 27 "for como tem sido até aqui a política da UE", numa referência ao fosso existente entre os cidadãos europeus e Bruxelas.

"É preciso ter uma visão muito mais atrativa das questões que os cidadãos veem hoje de forma extremamente negativa", afirmou.

Fico propôs já a realização de "um debate informal sobre o futuro da UE" à chanceler alemã, Angela Merkel, ao chefe de Estado francês, François Hollande, e ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

A Eslováquia foi um dos oito países da Europa de Leste a aderir à UE em 2004 e vai assumir pela primeira vez a presidência do bloco.

Os eleitores britânicos decidiram que o Reino Unido vai sair da UE, depois de o Brexit ter conquistado 51,9 por cento dos votos no referendo de quinta-feira. A taxa de participação foi de 72,2%.


Lusa

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