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Brexit / Eleições no Reino Unido

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Presidente do Bundesbank contra estímulos monetários do BCE na zona euro depois do Brexit

O presidente do Bundesbank, Jens Weidmann, disse hoje não ver necessidade de o Banco Central Europeu (BCE) aplicar mais estímulos monetários na zona euro, depois de o Reino Unido ter decidido, em referendo, abandonar a União Europeia.

© Kai Pfaffenbach / Reuters

O responsável do banco central alemão afirmou hoje, em Munique, na Baviera, no sul da Alemanha, que não vê "a necessidade de um relaxamento da política monetária dominante na zona euro como reação do voto do Brexit".

Weidmann, na qualidade de presidente do Bundesbank, faz parte do Conselho de Governadores do BCE.

"A política monetária já é muito expansionista e seria questionável se uma orientação ainda mais expansionista teria um efeito estimulante", disse.

O responsável do banco central alemão considerou que a conjuntura da zona euro poderia ser afetada ligeiramente pelo "Brexit", e a da Alemanha também, pois o Reino Unido é o terceiro país de exportação para a economia germânica.

Todavia, advertiu Weidmann, é o Reino Unido o país que mais vai sofrer com esta decisão.

O responsável antecipou vantagens para Frankfurt como centro financeiro, em consequência do Brexit, mas considerou que "é necessário apoio político".

"Deveríamos dar as boas vindas aos que quiserem mudar o seu negócio de Londres para Frankfurt", declarou.

Jens Weidmann afirmou-se favorável a rápidas negociações sobre as futuras relações entre a União europeia e o Reino Unido, que deve receber um tratamento favorável, comparativo ao de outros Estados como a Suíça e a Noruega.

Lusa

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