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Caso Bial

Caso Bial está a ser acompanhado pelo INFARMED e pelo Ministério da Saúde

Caso Bial está a ser acompanhado pelo INFARMED e pelo Ministério da Saúde

Morreu o homem que estava em morte cerebral depois de ter participado no ensaio clínico de um medicamento da farmacêutica portuguesa Bial. Outros 4 pacientes de um grupo de 6, estão internados num hospital francês, com lesões cerebrais graves. Este caso está a ser acompanhado pelo INFARMED e pelo Ministério da Saúde.

  • Vítimas de ensaio da Bial com lesões cerebrais irreversíveis
    1:59

    Caso Bial

    As cinco vitimas do ensaio clínico da Bial e França vão receber uma indemnização, já que os ensaios têm um seguro de responsabilidade civil obrigatório para os voluntários que participam nestes testes. As cinco pessoas continuam em estado grave e os medicos garantem que as lesões são irreversíveis.

  • Bial garante que cumpriu todas as boas práticas internacionais

    Caso Bial

    A Bial diz que está a colaborar com as autoridades francesas no caso do ensaio clínico que resultou no internamento em estado grave de 6 voluntários, um deles em morte cerebral. A farmacêutica portuguesa diz que seguiu todas as boas práticas internacionais na realização dos ensaios, que foram aprovados pelas autoridades francesas.

  • Autoridades francesas abrem inquéritos para averiguar o que aconteceu com medicamento da Bial
    3:01

    Caso Bial

    Em França prosseguem as investigações ao ensaio clínico com um medicamento da Bial que deixou 5 pessoas hospitalizadas, uma das quais em estado de coma.A polícia voltou hoje ao laboratório francês onde foram realizados os testes a pedido da farmacêutica portuguesa. As autoridades querem saber o que correu mal, apesar da garantia da Bial de que seguiu totalmente as boas práticas internacionais neste tipo de ensaios. Em curso estão três inquéritos para averiguar o que aconteceu.

  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.