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Caso CGD

Plano de reestruturação da Caixa deve ter "amplo consenso nacional"

Plano de reestruturação da Caixa deve ter "amplo consenso nacional"

O Presidente da República insiste que plano de reestruturação da Caixa deve ter "amplo consenso nacional". Marcelo rebelo de Sousa não quis comentar a realização de uma comissão de inquérito ou uma auditoria forense.

"É importante que o plano de reestruturação que venha a ser apresentado seja um plano que mereça um consenso nacional, trata-se de uma grande instituição que todos acham que deve continuar uma instituição portuguesa, pública e forte", afirmou o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao Hospital das Forças Armadas, em Lisboa.

Questionado se está preocupado com o que se passa no banco público e como vê as notícias sobre a realização de uma comissão parlamentar de inquérito ou de uma auditoria forense à instituição, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a pronunciar-se sobre o que o parlamento "está a fazer ou vai fazer".

Além disso, acrescentou, a Assembleia da República "é livre de fazer" o que entender e essas questões nada têm que ver com o chefe de Estado, "uma vez que não é uma lei que tenha de promulgar".

O Presidente da República insistiu que para a CGD continuar a ser "portuguesa, pública e forte" deve ter um plano de reestruturação "bem sucedido e baseado num amplo consenso nacional".

Marcelo Rebelo de Sousa foi ainda questionado sobre a inspeção realizada ao Colégio Militar, mas escusou-se a fazer qualquer comentário, alegando não conhecer ainda o relatório.

Segundo um comunicado hoje divulgado pelo Exército, a inspeção realizada ao Colégio Militar não detetou situações de discriminação mas o Exército decidiu criar um grupo de trabalho para rever os regulamentos internos visando minimizar os riscos.

O Presidente da República foi também interrogado sobre a conversa que teve na segunda-feira com um palestiniano no Centro de Acolhimento do Conselho Português para os Refugiados, onde voltou a sugerir que só pensa fazer um mandato em Belém, mas voltou a repetir que só decidirá mais tarde.

"É uma matéria que só será decidida mesmo na parte final deste mandato", afirmou.

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