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Caso CGD

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PSD quer ouvir Carlos Costa, Centeno e José de Matos sobre a CGD até final de julho

O PSD anunciou hoje que quer ouvir até final de julho, na comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), o governador do Banco de Portugal (BdP), o ministro das Finanças e o presidente executivo do banco.

O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, revelou hoje aos jornalistas no parlamento que o partido vai pedir que as audições do governador Carlos Costa, do ministro Mário Centeno e do presidente executivo da CGD José de Matos - que anunciou recentemente a sua demissão - e estas devem suceder até final deste mês, transitando da comissão parlamentar de Orçamento e Finanças (onde todos têm audição marcada) para a comissão de inquérito à CGD, que será hoje constituída.

"Entendemos que há todas as condições para, ainda até ao final desta sessão legislativa, os trabalhos da comissão poderem iniciar-se com a audição do presidente executivo da CGD, hoje demissionário, do ministro das Finanças e do governador do BdP", declarou o líder parlamentar do PSD.

Para Montenegro, os "últimos dias têm adensado" várias "dúvidas" em torno da "real situação da Caixa e daquelas que são as intenções para uma reestruturação" da entidade.

A notícia da demissão do conselho de administração do banco e uma outra sobre uma redução de 2.500 trabalhadores, surgida após um encontro do Governo com representantes dos funcionários, foram elencadas pelo social-democrata para sustentar que o executivo deve apresentar "transparência e clareza" nos esclarecimentos sobre a CGD.

A comissão de inquérito, imposta potestativamente por PSD e CDS-PP, toma hoje posse pelas na Assembleia da República e será presidida pelo deputado social-democrata José Matos Correia.

A comissão de inquérito vai debruçar-se sobre a gestão do banco público desde o ano 2000 e abordará o processo de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos, atualmente em negociação com Bruxelas.

A atual sessão legislativa está prevista para terminar a 29 de julho.

Lusa

  • Marcelo Rebelo de Sousa avisou que depois das autárquicas viria um novo ciclo. A lógica levou-nos a assumir que estava a falar do PSD, mas hoje, olhando para a situação política, devemos também incluir nessa previsão a “geringonça” e os seus equilíbrios. Não acredito que as coisas mudem até às legislativas, mas as contas só se fazem depois dos votos das autárquicas. Até lá, o tom de voz das esquerdas vai engrossar.

    Bernardo Ferrão

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