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Caso CGD

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Comissão parlamentar à CGD enfrenta dificuldades de acesso a informação

O presidente da comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), José de Matos Correia, deputado do PSD, realçou as dificuldades que a entidade enfrenta para ter acesso à informação solicitada a várias entidades.

Segundo o responsável, "várias entidades têm invocado quer o sigilo profissional, quer o sigilo bancário" face aos pedidos de documentação feitos por esta comissão que incide sobre a recapitalização e a gestão do banco público.

Antes de dar a palavra ao governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, que é hoje ouvido pelos deputados que integram a comissão, José de Matos Correia revelou que ficou hoje decidido numa reunião da mesa dos coordenadores dos grupos parlamentares que esta questão do sigilo vai ser escalpelizada numa reunião já agendada para o dia 7 de setembro, pelas 15:00.

"Nessa data, face ao conjunto dos elementos pedidos também à Direção Geral da Concorrência da Comissão Europeia (DG Comp) e ao Banco Central Europeu (BCE), podemos fazer uma reflexão mais aprofundada sobre como a comissão pode enfrentar esta questão do sigilo", afirmou.

De resto, depois de na quarta-feira o presidente cessante da CGD, José de Matos, ter invocado por várias vezes a questão do sigilo para evitar questões sobre o banco estatal, também Carlos Costa já realçou hoje que, uma vez que se trata de um banco em atividade, as regras para a partilha de informação confidencial com o parlamento são ainda mais rígidas do que no caso das comissões de inquérito ao Banco Espírito Santo (BES) e ao Banif.

Lusa

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