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Caso CGD

CDS considera que situação do ministro das Finanças está "fragilizada"

CDS considera que situação do ministro das Finanças está "fragilizada"

O CDS diz que ao ser invocado o interesse nacional para manter o ministro das Finanças, mostra-se que já não há outras razões que mereçam ser invocadas. O centrista João Almeida considera que a explicação de Mário Centeno foi "penosa" e que a situação do ministro está "fragilizada".

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    Caso CGD

    No arranque de mais uma semana com o ministro das Finanças debaixo de fogo por causa da CGD, António Costa reafirma total confiança em Mário Centeno. O ministro das Finanças reafirmou esta segunda-feira que nunca mentiu e que nunca houve acordo para isentar os administradores da Caixa Geral de Depósitos, de apresentarem as declarações de rendimentos e património ao Tribunal Constitucional.

  • Ministro das Finanças debaixo de fogo
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    Caso CGD

    Horas antes das explicações do ministro das Finanças, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares saiu em defesa de Mário Centeno, numa entrevista ao jornal online Eco. Ao mesmo tempo, o PSD pedia a presença de António Domingues, de novo no Parlamento, para esclarecer se houve ou não um acordo que o dispensasse da entrega de declarações. Os sociais-democratas não acreditam nas palavras do ministro das Finanças.

  • A análise à declaração de Centeno
    8:19

    Caso CGD

    O ministro das Finanças reafirma que sempre falou verdade. Mário Centeno reiterou esta segunda-feira, em conferência de imprensa, que nunca proferiu falsas declarações, porque nunca houve acordo para isentar os administradores da Caixa Geral de Depósitos de apresentar as declarações de rendimentos e património ao Tribunal Constitucional. O tema esteve em análise na Edição da Tarde, por Bernardo Ferrão e João Vieira Pereira.

  • Catalunha vs Espanha
    29:35
  • Empate técnico a uma semana das eleições na Catalunha

    Mundo

    A sete dias das eleições regionais catalãs, várias sondagens publicadas hoje indicam que os partidos constitucionalistas estão à frente nas intenções de voto, mas os independentistas ganham em número de lugares, sem nenhum dos blocos ter maioria absoluta.