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Caso CGD

Louçã considera negativo encerramento de balcões da CGD no interior do país

Louçã considera negativo encerramento de balcões da CGD no interior do país

Francisco Louçã considera negativo o encerramento de balcões da Caixa Geral de Depósitos no interior do país. Na Edição da Noite da SIC Notícias, Louçã sublinhou que o plano de reestruturação divulgado esta sexta-feira põe em causa a lógica do banco público, que devia distinguir-se da dos bancos comerciais.

  • Recapitalização não é suficiente para a CGD voltar aos lucros
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    Caso CGD

    O presidente da Caixa Geral de Depósitos diz que a recapitalização do banco é necessária, mas não é suficiente para voltar aos lucros. Paulo Macedo apresentou, esta sexta-feira, os resultados do banco público, que teve prejuízos impressionantes, de quase 1.900 milhões de euros. A culpa é sobretudo das perdas que o banco do Estado teve de reconhecer. São mais de três mil milhões de euros em créditos que muito dificilmente serão recuperados.

  • Marcelo lembra que previsão inicial para a CGD era mais negativa
    2:02

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    O Presidente da República diz que o facto de os prejuízos da Caixa Geral de Depósitos serem inferiores aos três mil milhões de euros estimados inicialmente reduz a fatura a pagar pelos contribuintes e o valor da recapitalização. Sobre a intenção do PSD de ouvir Mário Centeno e Paulo Macedo no Parlamento para explicar as alterações dos critérios de avaliação, Marcelo diz que pode ser útil.

  • Famílias das vítimas de Pedrógão criam associação para apurar responsabilidades
    2:13
  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

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    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

  • 700 milhões para armamento e equipamento militar
    1:16

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    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

  • Princesa Diana morreu há 20 anos. Filhos falam pela 1ª vez da intimidade
    1:15