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Cimeira do Clima

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EUA prometem aumentar ajuda aos países mais pobres devido às alterações climáticas

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, prometeu hoje que os Estados Unidos vão duplicar o financiamento aos países mais pobres e vulneráveis, para ajudá-los a enfrentar os efeitos das alterações climáticas.

Reuters

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© Stephane Mahe / Reuters

"Não vamos deixar que os países mais vulneráveis enfrentem sozinhos a tempestade", disse o chefe da diplomacia norte-americana na 21.ª Cimeira do Clima da ONU (COP21), a decorrer em Le Bourget, perto de Paris.

"Hoje, os Estados Unidos comprometeram-se a duplicar até 2020 os subsídios públicos para a adaptação", afirmou John Kerry, referindo-se às medidas que permitem lidar com as consequências do aquecimento global, como a construção de diques, reflorestação, alertas meteorológicos, entre outras.

Em 2014, estes fundos totalizaram 430 milhões de dólares (cerca de 390 milhões de euros), segundo as autoridades norte-americanas.

No plano mais global, os Estados Unidos (primeira economia mundial e o segundo emissor mundial de gases com efeito de estufa, depois da China) contribuem anualmente "com mais de 2,5 mil milhões de dólares [cerca de 2,2 mil milhões de euros] para o financiamento de matérias ambientais", acrescentou Kerry.

A questão do financiamento dos países em desenvolvimento tem sido um dos desafios das negociações da COP 21, encontro que decorre até sexta-feira com a participação de 195 países.

Até sexta-feira, os delegados têm como missão conseguir um acordo mundial que permita reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e limitar o aquecimento global a dois graus Celsius até ao final do século, por referência ao período anterior à Revolução Industrial.

Durante a intervenção em Le Bourget, John Kerry anunciou ainda que os Estados Unidos vão participar numa "coligação de grandes ambições", numa referência ao grupo, anunciado na terça-feira, que integra a União Europeia (UE) e 79 países, nomeadamente de África e do Pacífico, particularmente expostos às alterações climáticas.

Lusa

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