sicnot

Perfil

Cimeira do Clima

Cimeira do Clima

Cimeira do Clima

França é o primeiro país industrializado a ratificar o acordo de Paris

O Presidente francês, François Hollande, ratificou hoje em Paris o acordo climático alcançado em dezembro de 2015 durante o encontro internacional COP21, tornando a França o primeiro país industrializado a fazê-lo.

JACKY NAEGELEN / POOL

"Assinar é bom, ratificar é melhor", brincou Hollande na cerimónia do Palácio Eliseu, ao lado da ministra do Ambiente, Segolene Royal, do ministro dos Negócios Estrageiros, Jean-Marc Ayrault e de outros membros do governo.

O presidente francês lembrou que o acordo não vai entrar em vigor a menos que 55 países responsáveis por pelo menos 55 por cento das emissões globais do efeito de estufa o ratifiquem.

Até agora dezassete países -- maioritariamente pequenas ilhas e pequenos países costeiros que são especialmente vulneráveis à subida do nível do mar -- ratificaram o acordo.

Hollande apelou aos outros países europeus para que sigam a iniciativa de França até ao final do ano.

No encontro do COP21 em Paris, em dezembro do ano passado, 177 governos chegaram a um acordo histórico ao definir uma meta que limita o aquecimento global "bem-abaixo" de 2.0 graus Celsius (3.6 Fahrenheit) em comparação com os níveis pré-industriais.

Os anfitriões do encontro francês - que aconteceu semanas após os ataques terroristas de novembro em Paris - foram elogiados pelo sucesso do encontro, especialmente Hollande e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Laurent Fabius.

No acordo de 32 páginas também se apela aos países ricos para que reúnam pelo menos 100 mil milhões de dólares por ano (cerca de 94 mil milhões de euros) para ajuda climática a partir de 2020. Como isso vai acontecer é ainda algo a ser planeado.

O COP21 é o acrónimo da 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (UNFCCC), criada ao abrigo da Cimeira do Rio de 1992.

Lusa

  • Celebridades protestam contra Donald Trump
    3:00

    Mundo

    Tem sido assim desde a campanha e continua. Grande parte da comunidade de artistas não está nada contente com o Presidente eleito. Vários artistas aproveitaram o dia da tomada de posse para se reunirem em Nova Iorque e protestarem contra Donald Trump.

  • "Há sobretudo um fosso entre o discurso que Trump faz e os discursos de Obama"
    6:13

    Opinião

    Cândida Pinto e Ricardo Costa estiveram no Jornal da Noite da SIC, onde analisaram a tomada de posse de Donald Trump. O Diretor de Informação da SIC disse que o discurso de Trump "mexe com a sua base de apoio" e defende que "a grande questão não vai ser a relação com a Rússia, mas sim com a China". Já a Editora de internacional disse que o discurso foi "voltado para dentro, nacionalista, partidarista, com ataque à elite de Washington".

    Ricardo Costa e Cândida Pinto

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Encontrados dez sobreviventes no hotel engolido por um avalanche em Itália
    1:44
  • Videoclipe mostra mulheres a fazer tudo o que é proibido na Arábia Saudita
    1:55

    Mundo

    Um grupo de mulheres canta, dança e faz outras coisas proibidas na Arábia Saudita como forma de protesto. O vídeo é uma crítica social à forma como as mulheres islâmicas são tratadas pelos maridos. Na letra constam frases como "Faz com que os homens desapareçam da terra" e "Eles provocam-nos doenças psicológicas". A ideia partiu de um homem, Majed al-Esa e já conta com 5 milhões de visualizações.

    Patrícia Almeida