sicnot

Perfil

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo no melhor onze de sempre do Campeonato da Europa de futebol

Cristiano Ronaldo foi eleito para o melhor 11 de sempre do Campeonato da Europa de futebol, anunciou hoje a UEFA numa cerimónia realizada em Paris, onde na sexta-feira se inicia o Euro2016.

TIAGO PETINGA

O capitão da seleção de Portugal figura entre os mais escolhidos numa eleição que teve mais de 3,5 milhões de votos registados no euro2016.com e @uefaeuro.

As representações dos onze eleitos, pintadas por outros tantos grafitters ficarão expostas num mural em La Place, na capital francesa, até 19 de junho.

A Itália, com três nomes, é a seleção mais representada, numa equipa em que Alemanha, Espanha e França surgem com dois jogadores, ficando Portugal e Holanda com os restantes eleitos, um cada.

A eleição foi feita a partir de 50 nomes propostos pela UEFA e que cumpriam um dos seguintes critérios: pelo menos uma presença em meias-finais, ter figurado na equipa do Euro, ter sido o melhor marcador de uma edição ou ter produzido um momento icónico, como o penálti à Panenka, em 1976 ou o golo num remate em arco de Marco van Basten na final de 1988.

Equipa:

- Guarda-redes: Gianluigi Buffon (Ita).

- Defesas: Paolo Maldini (Ita), Franz Beckenbauer (Ale), Carles Puyol Esp) e Philipp Lahm (Ale).

- Médios: Andrés Iniesta (Esp), Andrea Pirlo (Ita) e Zinédine Zidane (Fra).

- Avançados: Cristiano Ronaldo (Por), Thierry Henry (Fra) e Marco van Basten (Hol).

Lusa

  • Atividade económica regista crescimento

    Economia

    A atividade económica portuguesa está a crescer ao maior ritmo dos últimos 17 anos. O crescimento registado em setembro é o mais elevado desde janeiro de 2000. Já o consumo privado registou uma diminuição face a agosto.

    SIC

  • Aberta nova frente de guerra no Iraque
    1:20

    Mundo

    Uma nova frente de guerra no Iraque está aberta. O exército de Bagdade combate as forças curdas e luta pelo controlo da província petrolífera de Kirkuk. Na origem da ofensiva está o referendo não reconhecido à independência do Curdistão.