sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Macedónia vai deixar entrar número limitado de migrantes "vulneráveis"

O Governo da Macedónia anunciou hoje que vai permitir a entrada no país de um número limitado de migrantes considerados vulneráveis, depois de ter fechado a fronteira com a Grécia, junto à qual estão concentrados milhares de refugiados.

© Alexandros Avramidis / Reuter

"Um número limitado de migrantes ilegais de categorias vulneráveis está autorizado a entrar na Macedónia e a receber ajuda em conformidade com a capacidade do Estado", afirmou o Ministério do Interior num comunicado.

O texto não precisa quais são as categorias vulneráveis.

Nas últimas 24 horas, segundo o texto, a polícia emitiu documentos de trânsito temporários para 181 migrantes, maioritariamente da Síria, Bangladesh e Paquistão, que pretendem atravessar o território macedónio e seguir para o norte da Europa.

Antes de decretar o estado de emergência na fronteira sul, na quinta-feira, a Macedónia estava a emitir uma média de 1.300 documentos de trânsito temporários por dia, acrescentou.

Desde 19 de junho, mais de 41.000 migrantes atravessaram a fronteira com a Grécia, segundo a polícia.

Cerca de 3.000 pessoas, na maioria refugiados sírios, estão retidas do outro lado da fronteira, perto da aldeia grega de Edomeni, desde que o governo macedónio enviou tropas para a zona para controlar o afluxo de migrantes provenientes da Grécia.

Lusa

  • Acordo de concertação social assinado por todos os parceiros

    Economia

    Está assinado o acordo da Concertação Social que estipula a descida da TSU para as empresas como contrapartida do aumento do salário mínimo. Ao contrário do que é habitual, o momento não foi assinalado na sede do Conselho Económico e Social (CES), mas as assinaturas foram divulgadas no Twitter.

  • Oposição diz que défice abaixo dos 2,3% se deve ao aumento de impostos
    2:24

    Economia

    O défice de 2016 vai ficar abaixo dos 2,3%, uma garantia dada pelo primeiro-ministro durante o debate quinzenal desta terça-feira. A oposição diz que o resultado é bom para o país mas que se deve a um aumento de impostos, feito pelo Governo no ano passado, e ao trabalho do PSD e do CDS nos anos anteriores.