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Crise Migratória na Europa

Último comboio da Áustria para a Alemanha partiu esta tarde

Último comboio da Áustria para a Alemanha partiu esta tarde

O último comboio a partir da Áustria com destino à Alemanha saiu, esta tarde, da estação de Viena. Centenas de refugiados conseguiram um lugar que lhes permite chegar a Munique. A quantidade de pessoas na plataforma da estação da capital austríaca levou a polícia a ter reforçar a segurança para evitar o caos. Os passageiros foram encaminhados por agentes até à entrada no comboio. As autoridades estimam que desde a meia noite cerca de 6 mil refugiados entraram na Áustria, um número que, este domingo, deve ultrapassar os 10 mil e que ficam, agora, bloqueados, em Viena. A maioria destas pessoas procura, de facto, chegar à Alemanha. Pelo menos até esta segunda-feira, as ligações entre os dois países estão suspensas.

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    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
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    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

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  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.