sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Jorge Sampaio diz que tragédia síria não deve ser encarada como problema alheio

O ex-presidente Jorge Sampaio defendeu hoje que "a tragédia síria não deve ser encarada como um problema alheio", ao assinar com a Universidade Europeia um protocolo pelo qual cinco jovens sírios aí estudarão já a partir da próxima semana.

Arquivo

Arquivo

Lusa

"Com a assinatura deste protocolo, estamos perante um muito feliz conjunto de circunstâncias, que contraria a inércia e as delongas que têm marcado a vida do povo sírio e, neste caso, a sua população jovem, que todos os dias vê apagar-se sempre mais a esperança de um regresso a uma vida normal, em paz e segurança, e um retorno ao seu quotidiano digamos usual, pautado pelos ritmos académicos e pela confiança num futuro melhor", declarou Jorge Sampaio.

Trata-se de uma iniciativa da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, promovida em Portugal pelo antigo chefe de Estado português, que falava na cerimónia de início do ano letivo 2015/2016 de acolhimento aos novos alunos da Universidade Europeia, em Lisboa.

"De facto, a tragédia síria não deve ser encarada como um problema alheio nem uma questão extrínseca, que não nos diz respeito. Como europeus, herdeiros de um acervo humanista que coloca a dignidade da pessoa humana no centro do Direito e dos direitos, da ética e do imperativo ético existencial, a questão do destino dos refugiados sírios tem de nos interpelar", sustentou.

Lusa

  • Marine devolve bandeira do Japão 73 anos depois 
    2:13

    Mundo

    Setenta e três anos depois da batalha mais sangrenta do Pacífico, um veterano dos Estados Unidos cumpriu uma promessa pessoal. Marvin Strombo devolveu à família a bandeira da sorte de um soldado japonês, morto em 1944, em Saipan, na II Guerra Mundial. 

  • Autoridades usam elefantes para resgatar pessoas das cheias na Ásia
    1:31

    Mundo

    Mais de 215 pessoas morreram nas inundações que estão a devastar o centro da Ásia, e estima-se que três milhões tiveram de abandonar as casas. As autoridades estão a usar elefantes para resgatar locais e turistas das zonas mais afetadas e avisam que há dezenas de pessoas desaparecidas.