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ONU acusa Damasco de ignorar 75% dos pedidos para entregar ajuda humanitária

Quase 75% dos pedidos da ONU para entregar ajuda na Síria estão sem resposta do Governo de Damasco, revelou hoje um responsável das Nações Unidas, classificando essa ausência como "simplesmente inaceitável".

© Muhammad Hamed / Reuters

A poucos dias de mais uma ronda de negociações de paz, as Nações Unidas pressionam a Síria para que ponha fim aos cercos que estão a deixar os civis nos limites da fome.

Stephen O'Brien, subsecretário-geral da ONU para os assuntos humanitários, disse ao Conselho de Segurança da organização que alcançar áreas de difícil acesso "não está a acontecer" e que o Governo sírio ainda não aprovou a maioria dos comboios de auxílio previstos.

Em 2015, foram feitos 113 pedidos para entrega de ajuda e apenas 10% dessa ajuda chegou aos civis, sendo que "quase 75% dos pedidos ficaram sem resposta por parte do governo da Síria", segundo O'Brien, para quem "tal omissão é simplesmente inaceitável para um Estado-membro das Nações Unidas e um dos signatários da Carta das Nações Unidas".

Este mês, a ONU pediu a Damasco para dar luz verde aos comboios de ajuda humanitária destinados a 46 áreas sitiadas e de difícil acesso, onde as Nações Unidas estimam que vivam cerca de 486.700 pessoas, mas nenhuma das solicitações obteve aprovação total.

O alarme internacional sobre a crise que se vive nas cidades sitiadas aumentou após funcionários humanitários terem chegado a Madaya, este mês, e relatado que os residentes estavam a sobreviver com uma sopa feita de ervas fervidas.

Mais de 260.000 pessoas morreram na guerra da Síria, que O'Brien descreve como "um dos conflitos mais selvagens e brutais do século XXI", tendo cerca de 4,6 milhões fugido do país, 6,5 milhões ficado deslocadas no território sírio e 13,5 milhões carentes de ajuda alimentar.

Lusa

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