sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Navio de cruzeiro vai acolher 1.800 refugiados na Suécia

A Suécia quer alojar perto de 1.800 refugiados num antigo navio de cruzeiro. De acordo com a Agência Sueca para a Migração, o Governo de Estocolmo está prestes a fechar o contrato de um ano com um armador norte-americano. O preço diário por pessoa será de 48 euros por dia.

"Estou muito satisfeito. Isto significa que estamos preparados, que não vamos acabar por não ter um teto para oferecer às pessoas", disse à imprensa sueca Willis Åberg, responsável da Agência Sueca para a Migração.

Com cerca de 10 mil emigrantes a entrar na Suécia semanalmente, os centros de acolhimento já estão lotados e a opção tem sido instalar camas em igrejas, ginásios e até em unidades hoteleiras desocupadas.

O navio "Ocean Gala" foi retirado do circuito de cruzeiros em dezembro do ano passado e estava a ser reconvertido num hotel flutuante. O luxuoso navio percorreu durante décadas os mares das Caraíbas e do Mediterrâneo.

A embarcação deve ficar ancorada num porto do mar Báltico, a cerca de 400 quilómetros da capital.

  • Aeroporto Cristiano Ronaldo? Nem todos os madeirenses estão de acordo
    2:21
  • Fatura da água a dobrar
    2:26

    Economia

    Desde o início do ano que a população de Celorico de Basto está a receber duas faturas da água para pagar. Tanto a Câmara como a Águas do Norte reclamam o direito a cobrar pelo serviço. Contactada pela SIC, a Entidade Reguladora esclarece que o município não pode emitir faturas e tem de devolver o dinheiro.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43

    Daesh

    Há suspeitas de que o Daesh tenha criado uma vala comum com cerca de seis mil corpos a sul de Mossul, no Iraque. A área em redor estará minada. A revelação é de uma equipa de reportagem da televisão britânica Sky News.

  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.