sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Registados confrontos durante demolição de parte de campo de migrantes em Calais

As autoridades francesas iniciaram hoje o desmantelamento de parte do campo de migrantes de Calais, norte de França, que degenerou em confrontos com a polícia.

LAURENT DUBRULE

Durante anos, os migrantes, principalmente da Síria, Afeganistão e Sudão, foram acampando naquele local com a esperança de conseguir chegar clandestinamente ao Reino Unido através do Canal da Mancha.

Os confrontos eclodiram quando as autoridades começaram a destruir os abrigos improvisados no sul do campo, conhecido como "Jungle" (selva em inglês).

A polícia atirou granadas de gás lacrimogéneo contra os migrantes e membros do grupo ativista britânico "Sem Fronteiras", que protestavam e incendiaram cerca de 20 abrigos.

Três membros do grupo ativista e um migrante foram detidos, segundo as autoridades.

As autoridades locais, que prometeram que ninguém seria retirado à força daquele campo, referiram que 3.700 pessoas viviam no local, das quais entre 800 e 1.000 vão ser afetadas pela evacuação.

Instituições de caridade referiram que, segundo um último censo, na parte demolida viviam 3.450 pessoas, incluindo 300 crianças não acompanhadas.

Os migrantes retirados foram aconselhados a instalar-se em contentores climatizados na parte norte do campo ou num dos 100 centros de acolhimentos em toda a França.

A evacuação da parte sul da "Selva" foi contestada em tribunal por um grupo de migrantes e organizações, mas a justiça decidiu na passada quinta-feira a favor do Estado.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.