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Portugueses dão nota negativa à UE por causa da crise dos refugiados

Os portugueses dão nota negativa à forma como a União Europeia tem estado a gerir a crise dos refugiados e a acolher estas pessoas, segundo uma sondagem realizada por uma empresa de estudos de mercado, divulgada hoje.

(Arquivo/Reuters)

(Arquivo/Reuters)

Reuters

De acordo com os dados da Marktest, a que a Lusa teve acesso, 65,5% dos portugueses inquiridos dão nota negativa à atuação dos países da União Europeia (UE) na crise dos refugiados, com uma nota média de 4,4.

A pergunta colocada a 801 portugueses, entrevistados por telefone, procurou saber de que forma avaliam a forma como a União Europeia está a lidar com a crise dos refugiados, sendo que, numa escala de 1 a 10, um significa muito mal e 10 muito bem.

Em resposta, 15,4% dos inquiridos dizem que a forma de atuação da UE tem sido muito má e dão nota 1, enquanto 6,3% dá dois valores, 8,7% dá três, 9,6% avalia em quatro e 25,5% dá nota 5. Em suma, 65,5% dos portugueses avaliam negativamente a União Europeia.

Por outro lado, há 23,9% de portugueses que dão nota positiva, entre 8,9% que dá nota seis, 5,8% que pontua com 7, 5,1% que dá nota oito, 1,6% que acha que a atuação vale um 9 e 2,5% que entende que merece nota 10. No total, 23,9% dá nota positiva, havendo ainda 10,6% dos inquiridos que não sabem ou não respondem.

Olhando para o perfil dos inquiridos, são sobretudo os homens (nota média de 4,2), com idade entre os 55 e os 64 anos (média de 4), residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto (4,3 e 4,2, respetivamente), bem como as pessoas de classe económica mais alta (média de 4) que deram as notas mais baixas e se mostraram mais críticos quanto à atuação da UE.

A sondagem da Marktest foi realizada entre os dias 19 e 25 de abril deste ano, através de 801 entrevistas telefónicas a pessoas de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos, residentes em Portugal Continental, em lares com telefones de rede fixa.

Foram entrevistadas 374 homens e 427 mulheres e a seleção dos lares a inquirir foi efectuada aleatoriamente, com base nas listas telefónicas de Portugal Continental.

A selecção dos inquiridos, um em cada lar, foi efetuada através do método de quotas, tendo em consideração as variáveis sexo, idade e região.

O erro de amostragem desta sondagem, para um intervalo de confiança de 95% (P=50%) é de, mais ou menos, 3,46 pontos percentuais.

Lusa

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