sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Comissão Europeia sugere pagar mais 1.400 milhões de euros à Turquia para refugiados

A Comissão Europeia propôs hoje aos países europeus o pagamento de mais 1.400 milhões de euros à Turquia para que assista os mais de três milhões de refugiados sírios instalados no seu território.

Organizações que trabalham com os migrantes asseguram por seu lado que a operação afeta mais de 3.000 pessoas, entre as quais 300 crianças desacompanhadas.

Organizações que trabalham com os migrantes asseguram por seu lado que a operação afeta mais de 3.000 pessoas, entre as quais 300 crianças desacompanhadas.

© Pascal Rossignol / Reuters

O novo financiamento, enquadrado no fundo misto criado para enfrentar a crise de refugiados, será destinado a projetos nas áreas da educação, saúde, infraestruturas sociais, e ainda medidas de apoio socioeconómico, refere um comunicado do executivo comunitário.

"A Comissão comprometeu-se em ajudar os refugiados e as comunidades acolhidas pela Turquia o mais rapidamente possível, de forma eficiente e eficaz", sublinhou o comissário para a Política europeia de vizinhança, Johannes Hahn.

A Comissão também apresentou hoje aos Estados-membros o plano de execução humanitária para a Turquia, com um financiamento total de mais de 500 milhões de euros.

A União Europeia comprometeu-se a disponibilizar 3.000 milhões de euros para apoiar os refugiados na Turquia em 2015 e 2016 através do mecanismo de refugiados, exigindo como contrapartida que o país contenha a imigração ilegal com destino à Europa.

Destes 3.000 milhões, 740 milhões já foram destinados a assistência humanitária e não humanitária, refere ainda o comunicado da Comissão Europeia.

Lusa

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23
  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Ilhas Selvagens são um tesouro no Atlântico que é preciso preservar
    2:33
  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01