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Refugiados na Europa

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Crise Migratória na Europa

Mais de 3 mil migrantes resgatados do Mediterrâneo em dois dias

Marinha Italiana

A marinha italiana resgatou do mar Mediterrâneo cerca de 2900 migrantes em várias operações de salvamento desde 31 de julho, com a colaboração da guarda costeira, um navio da marinha alemã e vários barcos privados. De acordo com o último balanço da Organização Internacional para as Migrações (OIM), este ano já morreram 4.027 migrantes, 75% no Mediterrâneo.

A maioria dos migrantes resgatados no canal da Sicília eram provenientes da Líbia. A Itália tem sido o país na linha da frente da crise migratória onde, desde 2014, já chegaram mais de 400 mil migrantes ou refugiados de barco.

Há outros milhares que não chegam às costas europeias. Segundo o último balanço da Organização Internacional para as Migrações, este ano já morreram 4.027 migrantes, 3 mil no Mediterrâneo.

Na Líbia, a OIM dá conta de que vários corpos têm dado à costa. Nos últimos 10 dias, o total ascende a 120.

4.027 mortes entre 1 de janeiro e 31 de julho

O total de 4.027 mortes entre 1 de janeiro e 31 de julho últimos inclui as pessoas que tentaram a travessia do Mediterrâneo, assim como aquelas que morreram nas rotas do norte de África e na fronteira entre a Síria e a Turquia, especificou a organização com sede em Genebra, na Suíça.

Mais de 3.100 pessoas morreram no Mediterrâneo desde o início de janeiro deste ano. Nesta travessia, a rota mais mortífera foi a da passagem para Itália, que custou 2.692 vidas, seguida das rotas com destino à Grécia (383 mortes) e Espanha (45).

A OIM atualizou hoje o número de mortes, depois de mais 33 corpos terem sido resgatados nos últimos dias ao largo da costa líbia, junto à cidade de Sabratha, onde 120 corpos foram trazidos pelo mar nos últimos 10 dias.

Nem a OIM nem a guarda costeira líbia avançaram pormenores sobre se as mortes resultaram do afundamento de uma ou mais embarcações.

Joel Millman, porta-voz da OIM, indicou que as pessoas mortas estariam a tentar a travessia do Mediterrâneo em direção a Itália.

A seguir ao Mediterrâneo, o norte de África tem sido o palco do maior número de mortes este ano (342). Muitos migrantes em deslocação pelas estradas da região têm sido mortos por traficantes ou pelas "autoridades nacionais", indicou a OIM, alertando para o aumento das mortes violentas nesta rota.

O número de mortes resultantes de ataques a migrantes e refugiados sírios em trânsito em direção à Turquia também aumentou.

A OIM diz que 64 sírios em busca de asilo foram mortos por guardas fronteiriços turcos desde o início do ano.

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