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Crise Migratória na Europa

Aylan morreu há um ano

Aylan morreu há um ano

Há um ano que a imagem de uma criança síria morta numa praia correu mundo. Para assinalar a data, algumas pessoas concentraram-se em Londres para pedir mais atenção às crianças refugiadas.

  • Família de Aylan tentava recomeçar a vida no Canadá
    2:03

    Crise Migratória na Europa

    Uma imagem chocante percorreu o mundo e é hoje o símbolo do naufrágio da humanidade. Aylan Kurdi, uma criança síria, de 3 anos, inerte, sem vida, atirada pelo mar para uma praia da Turquia, após um naufrágio no Mar Egeu. Uma imagem que representa também o fim do sonho para uma família que tentava chegar ao Canadá, para recomeçar a vida. A mãe e os dois filhos, de 3 e 5 anos, morreram. Apenas o pai sobreviveu.

  • A história de Aylan e Galip, as crianças sírias que morreram afogadas
    1:42

    Crise Migratória na Europa

    A imagem das crianças sirias afogadas numa praia da Turquia está a revoltar o mundo. É um momento chocante mas que vários jornais e televisões mundiais, incluindo a SIC, decidiram mostrar. Precisamente porque se trata de uma imagem capaz de pressionar uma solução. É um poderoso documento, de inegável valor histórico, que nos interroga sobre o que somos e o que estamos dispostos a permitir. O naufrágio destas crianças, cujo nome e história de vida começamos agora a conhecer, foi descrito nas últimas horas como o "naufrágio da própria humanidade".

  • Incêndio de Setúbal "quase dominado"
    4:04

    País

    O incêndio que deflagrou segunda-feira em Setúbal está "quase dominado", segundo informações da presidente da Câmara. Maria das Dores Meira diz que não há feridos a registar e que os habitantes já vão regressando a casa. Para ajudar no combate ao fogo foram enviados meios de Lisboa.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.