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Polícia Marítima realizou mais de cem mil ações de fiscalização no último ano

A Polícia Marítima realizou no último ano mais de cem mil ações de fiscalização, reportando 1200 crimes e 7700 contraordenações, segundo um balanço esta sexta-feira apresentado pelo Comandante-Geral, que destacou a participação na missão de salvamento marítimo na Grécia.

"Em termos práticos, da missão já resultou o salvamento de mais de 3500 vidas humanas de refugiados, além das ações de assistência e de cooperação com outras forças europeias", afirmou o Comandante-Geral da Polícia Marítima, vice-almirante António Silva Ribeiro.

O vice-almirante adiantou que está em ponderação a "possibilidade de, a partir de maio de 2017, voltar a participar na missão Poseidon, na Grécia", uma missão da agência Europeia Frontex.

Em termos de resultados operacionais, o comandante Silva Ribeiro enumerou 101.000 ações de fiscalização, das quais 10.300 ocorreram em embarcações no mar, 1200 crimes reportados e 7700 ilícitos contraordenacionais.

O militar discursava nas instalações centrais da Marinha, numa cerimónia de homenagem à Polícia Marítima (PM), tutelada pelo ministério da Defesa, que tem em preparação alterações à orgânica da Autoridade Marítima Nacional e ao estatuto do pessoal da PM.

Sobre este ponto, o vice-almirante Silva Ribeiro afirmou que é necessário atualizar o regime orgânico estabelecido em 1995 para a Polícia Marítima bem como à revisão do estatuto do pessoal "de modo a conformá-lo às realidades presentes do serviço e da carreira".

Para o vice-almirante, a "edificação da Polícia Marítima do futuro é uma missão ambiciosa e de exercício constante", tarefa "complexa" que "dificilmente será viável" sem "o compromisso" do governo e "o apoio da Marinha".

Na cerimónia, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, disse que a Polícia Marítima pode "contar com a tutela da Defesa Nacional em tudo o que tem que ver com as ações do futuro" num "espírito de modernização".

O vice-almirante António Silva Ribeiro apontou ainda as necessidades da PM em termos materiais, entre os quais a compra de "equipamentos específicos de polícia e a renovação das viaturas operacionais" e adiantou que no próximo ano o objetivo é equipar mais três viaturas de "vigilância costeira com capacidades de comunicações, visão térmica e noturna", entre outras especificidades.

Lusa

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