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Crise Migratória na Europa

UE diz que não haverá repetição de 2015 no que toca à chegada de migrantes

A União Europeia (UE) reafirmou esta segunda-feira nas Nações Unidas o objetivo de reforçar as suas fronteiras externas e garantiu que não se repetirá um ano como 2015, com um número recorde de chegadas de migrantes.

"Hoje a União Europeia tem um objetivo claro: restaurar a ordem nas suas fronteiras exteriores", disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, ao intervir na cimeira sobre refugiados e migrações organizada pela ONU.

Para Tusk, a reunião de alto nível deve representar uma mudança, rumo a "enfoque pragmático" e a um sistema internacional com movimentos de população "mais ordenados", na qual a responsabilidade seja repartida e "ninguém tenha de assumir a carga sozinho".

O responsável europeu deixou clara a vontade da Europa de "reduzir os fluxos irregulares" de migrantes que chegam aos países que integram a UE e assegurou que os Estados-membros estão unidos nessa postura.

"Não haverá uma repetição do ano de 2015, com mais de 1,5 milhões de migrantes irregulares", garantiu Tusk.

Paralelamente, afirmou que os países europeus estão preparados para aumentar a ajuda humanitária e ajuda ao desenvolvimento não só para os refugiados como para as comunidades que os acolham.

Nesse sentido, recordou que a UE está a finalizar acordos com a Jordânia e o Líbano, que se está a trabalhar em novas formas de cooperação com países africanos e que continuará a colaborar com a Turquia e os países dos Balcãs.

"A migração global vai acompanhar-nos no futuro e está na nossa mão decidir se o nosso futuro será ordenado, estável e seguro ou desordenado, instável e inseguro", salientou.

Lusa

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