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Descarrilamento na Galiza

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Dados da caixa negra do comboio estão a ser recolhidos

JOS\303\211 COELHO

Já estão a ser recolhidos dados da caixa negra do comboio luso-espanhol que descarrilou em O Porriño, segundo o Tribunal Superior de Justiça da Galiza. Quatro pessoas morreram, incluindo o maquinista português, e cerca de 50 ficaram feridas.

Última atualização às 15:22

O tribunal de instrução número dois de O Porriño foi encarregado da investigação, e diversos responsáveis judiciais e peritos forenses já se deslocaram ao local do acidente. Os dados vão lançar as pistas para explicar o que aconteceu.

O acidente com o comboio que fazia o trajeto Vigo-Porto aconteceu às 09:25 locais (08:25 em Lisboa) e causou quatro mortos (confirmados pelas autoridades), entre os quais o maquinista (português, segundo as autoridades espanholas) e o revisor, um cidadão espanhol. Pelo menos 49 pessoas ficaram feridas. Entre os feridos há pelo menos três portugueses.

O presidente da CP já avançou que o comboio era espanhol e português. Manuel Queiró adiantou que as causas estão "ainda por apurar", mas salientou que o comboio que descarrilou "estava em perfeitas condições" e que o maquinista "era experiente".

Entretanto, o ministro espanhol do Fomento já disse que o comboio tinha feito uma "grande" revisão em maio e um de rotina, ontem, na cidade do Porto.

Já o Presidente da República enviou as condolências e profunda solidariedade às famílias das vítimas mortais.

O comboio, com 63 passageiros, fazia o trajeto Vigo-Porto partilhado com a Renfe espanhola na linha conhecida com o nome "Celta", inaugurada em julho de 2013.

Com Lusa

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