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Agitação civil na Guiné-Conacri coloca resposta ao Ébola em risco

O chefe da Missão das Nações Unidas de Resposta à Emergência do Ébola (UNMEER) na Guiné-Conacri afirmou, esta segunda-feira, que a violência registada no oeste do país "colocou em causa" o combate ao vírus mortal.

© Reuters Staff / Reuters

Cerca de 60 pessoas foram detidas na sequência de uma vaga de protestos na semana passada, de acordo com as autoridades e moradores.

Em comunicado, Abdou Dieng advertiu que esses incidentes "colocaram em risco o tratamento das pessoas com Ébola" e apelou ao apoio e colaboração de todos.

Na semana passada, após a confirmação de pelo menos cinco novos casos no norte da Guiné-Conacri, a ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Valentina Mendes, alertou a população para o facto de o Ébola "estar perto", dado que a doença foi detetada em localidades da Guiné-Conacri próximas da fronteira.

Segundo os mais recentes dados, foram registados 27.135 casos de Ébola, dos quais 11.145 se revelaram mortais, sobretudo na Guiné-Conacri, Serra Leoa e vizinha Libéria, declarada livre da epidemia em 09 de maio.




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