sicnot

Perfil

Eclipse solar

Eclipse solar

Eclipse solar

Observar o eclipse solar sem proteção pode causar cegueira

O eclipse solar não traz riscos para a saúde, mas desperta curiosidade e a observação do Sol, sem a proteção adequada, pode trazer danos irreversíveis para a visão. Olhar para o Sol directamente e sem proteção é sempre perigoso, queima as células da retina e provoca lesões oftalmológicas graves. A observação do eclipse solar sem os devidos cuidados pode, no limite, provocar cegueira.

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Yiorgos Karahalis / Reuters

O olho humano possui naturalmente mecanismos de proteção contra as radiações eletromagnéticas. Mas está cientificamente comprovado que olhar para o sol sem proteção é sempre perigoso, queima as células da retina e provoca lesões oftalmológicas graves. Há fatores que aumentam esses riscos:


1.    Cristalinos mais transparentes nos mais jovens.

2.    Ausência de cristalino nas pessoas operadas a cataratas.

3.    Cirurgias oculares que enfraqueçam a retina.

4.    Existência de patologias retinianas prévias, como por exemplo associada a diabetes.

5.    Medicação com algumas substâncias como a ingestão de tetraciclinas.

6.    Aumento da temperatura corporal devido a fatores como febre ou mesmo clima de verão.

7.    Fundo ocular muito pigmentado que favorece o aumento de temperatura retiniana.



Créditos: http://oal.ul.pt/


Recomenda-se especial atenção aos mais novos


Os jovens e as crianças devem ser alvo de atenção especial. O nível de proteção da retina das crianças é menor do que a dos adultos, pelo que estão ainda mais suscetíveis a lesões oculares.


Como a queimadura provocada pela radiação não causa qualquer ardor ou sintoma no momento, corre-se o risco de não se perceber o que pode estar a acontecer.


Em comunicado enviado esta semana às escolas, o Ministério da Educação lembra que a observação do Sol "requer procedimentos de segurança corretos que, a não serem observados, terão como consequência graves riscos para a visão e, no limite, a cegueira". 


O Ministério avisa que o Sol "nunca deve ser observado diretamente sem filtros solares oculares", mais conhecidos como "óculos de eclipses", nem através de óculos escuros, vidros negros fumados, películas ou negativos fotográficos e radiografias.


A observação com óculos de proteção especial "nunca deve exceder períodos de 30 segundos", fazendo-se "sempre intervalos de três minutos de descanso".


A tutela sugere como método seguro de observação do eclipse a projeção da imagem do Sol num cartão, por meio de um orifício, ou a visualização da imagem projetada na sombra das árvores.



  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
    1:37
  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

    Daesh

    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

  • Tribunal chinês iliba jovem executado há 21 anos

    Mundo

    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.