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Amã substitui farda de trabalhadores da limpeza por recordarem reféns do Estado Islâmico

A cidade de Amã decidiu alterar a cor dos uniformes dos trabalhadores dos serviços de limpeza por recordarem os detidos na posse do grupo Estado Islâmico (EI) que surgem com uma fato-macaco cor de laranja, como o piloto jordano queimado vivo pelos 'jihadistas'. 

© Reuters TV / Reuters

"A partir de 20 de março, o novo uniforme dos trabalhadores dos serviços de higiene será de cor turquesa", indicaram em comunicado responsável da câmara municipal da capital da Jordânia. 

Esta decisão foi tomada em resposta aos insistentes pedidos "dos habitantes e também do irmão do mártir Maaz al-Kassasbeh [o piloto jordano executado pelo EI], porque a cor laranja era associada às práticas terroristas do Daech [um acrónimo do EI em árabe] ".

Segundo o comunicado, a cor turquesa foi escolhida após uma sondagem à população na página da cidade colocada na internet e através das redes sociais, em que eram sugeridas oito cores. A cor selecionada foi associada a esta trabalho específico, às condições climáticas e à segurança pública. 

Os serviços de limpeza contam com mais de 6.000 funcionários em Amã, referiram ainda os responsáveis da cidade. 

O EI, que controla diversas regiões do Iraque e da Síria, difundiu diversos registos vídeo que demonstram a decapitação de reféns onde os "condenados" envergam um fato-macaco laranja que recorda os prisioneiros de Guantánamo. 


Lusa
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