sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Pelo menos 38 jihadistas mortos em raide aéreo na Síria

Pelo menos 38 jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico morreram segunda-feira na sequencia de um raide aéreo do regime de Bashar al-Assad sobre as posições do grupo no centro da Síria, revela hoje uma Organização Não Governamental .

© Murad Sezer / Reuters

"Trataram-se de raides precisos nas posições do Estado Islâmico (EI) em Palmira, al-Soukhna e al-Qaryatain, na província central de Homs", precisou à agência de noticias francesa France Presse (AFP) Abdel Rahmane, diretor do Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH).

O exército do regime de Bachar al-Assad multiplicou nos últimos dias os seus ataques contra a organização extremista, paralelamente com um reforço da presença militar do aliado russo na Síria.

"Os raides multiplicam-se e os alvos são mais precisos, o Exército sírio recebeu armas e aviões mais eficientes de Moscovo", precisou Abdel Rahmane, cuja Organização Não Governamental (ONG) se baseia numa vasta rede de fontes civis, militares e médicas em todo o país.

Segundo especialistas próximos do regime de Damasco questionados pela France Presse, a Rússia enviou conselheiros para treinar as tropas sírias nos novos equipamentos, nomeadamente um sistema de defesa aéreo de curto alcance e tanques, de forma a alterar a equação militar no terreno.

Por seu turno, as autoridades norte-americanas avançaram segunda-feira à AFP que a Rússia havia enviado 28 aviões de combate para a Síria.

Moscovo negou ter tomado medidas adicionais para reforçar a sua presença na Síria, onde o conflito entre as forças governamentais e os rebeldes fez mais de 240.000 mortos em quatro anos e meio.

No entanto, o Kremlin defende o seu apoio a Damasco, sendo o seu principal aliado, e apela a uma aliança maior contra o Estado Islâmico, que incluiria a Síria e o Iraque.

Lusa

  • TAP recruta mais assistentes de bordo
    2:40

    Economia

    A TAP assegura que, até ao final de outubro, os problemas com falta de tripulação vão terminar. Até ao final do ano vão ser contratados novos assistentes de bordo, mas o sindicato diz que não chega.