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Diplomacia dos EUA protesta junto da Rússia pelos bombardeamentos na Síria

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, protestou hoje junto do homólogo russo, Serguei Lavrov, pelos bombardeamentos russos na Síria, que considerou contraproducentes, informou um alto responsável da administração norte-americana.

© Darren Ornitz / Reuters

Kerry conversou com Lavrov à margem da Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque, para "passar a mensagem (...) de que este anúncio da Rússia ia contra os seus esforços para evitar (um incidente militar) e era contraproducente", disse o responsável a um grupo de jornalistas.

A Rússia confirmou hoje ter efetuado os primeiros ataques aéreos na Síria, horas depois de a intervenção, pedida pelo regime de Bashar al-Assad, ter sido aprovada pelo Conselho Federal (Senado).

"Em conformidade com a decisão do comandante em chefe das forças armadas Vladimir Putin, realizámos uma operação aérea e bombardeamentos de precisão contra alvos no solo dos terroristas do grupo Estado Islâmico na Síria", declarou o general Igor Konachenkov, porta-voz do Ministério da Defesa, citado pelas agências noticiosas russas.

Os Estados Unidos lideram uma coligação que há mais de um ano bombardeia as posições do Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque.

Responsáveis norte-americanos asseguram já que os ataques russos na Síria não vão alterar a estratégia da coligação.

"A coligação liderada pelos Estados Unidos vai continuar as missões aéreas sobre o Iraque e a Síria como planeado e em apoio da missão internacional para a destruição" do EI, disse à imprensa o porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby.

Segundo o porta-voz, um responsável russo em Bagdad informou hoje de manhã o pessoal da embaixada norte-americana de que aviões de combate russos iam começar hoje missões anti-EI na Síria.

"Pediu que os aparelhos dos Estados Unidos evitem o espaço aéreo sírio durante essas missões", acrescentou.Lusa

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