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Rússia bombardeia Raqqa, bastião do Estado Islâmico

Aviões de combate russos bombardearam a cidade síria de Raqqa (nordeste), bastião dos jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (EI), e destruíram infraestruturas "utilizadas para treinar terroristas", anunciou hoje o Ministério da Defesa russo.

Raqqa, cidade a nordeste da Síria, bastião dos jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (Reuters/ Arquivo)

Raqqa, cidade a nordeste da Síria, bastião dos jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (Reuters/ Arquivo)

© Rodi Said / Reuters

"A 1 de outubro, caça-bombardeiros Su-34 realizaram ataques contra um campo de treino do EI e um posto de comando camuflado a sudoeste da cidade de Raqqa", informou o Ministério num comunicado.

"Em resultado dos ataques, o posto de comando foi neutralizado (e) a infraestrutura utilizada para treinar terroristas foi completamente destruída", acrescentou.

O anúncio da Rússia foi feito pouco depois de a organização não-governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos ter informado que pelo menos 12 combatentes do EI morreram em bombardeamentos contra Raqqa.

Os aviões de combate, que a organização disse desconhecer se eram russos ou da coligação internacional, lançaram um total de nove bombardeamentos.

Entre os mortos há combatentes sírios e de outras nacionalidades, assim como um comandante iraquiano e outro tunisino.

A aviação russa iniciou na quarta-feira ataques aéreos na Síria. Moscovo garante visar posições do Estado Islâmico, mas os primeiros bombardeamentos foram nas províncias de Idleb (noroeste), Homs e Hama (centro), tendo visado aparentemente grupos da oposição moderada apoiados e treinados pelos Estados Unidos.

Lusa

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