sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Hollande alerta Parlamento Europeu para risco de "guerra total"

O Presidente francês, François Hollande, defendeu hoje, perante o Parlamento Europeu, em Estrasburgo, que o desenlace do conflito na Síria determinará por muito tempo os equilíbrios em todo o Médio Oriente, e advertiu para o risco de "uma guerra total".

© Vincent Kessler / Reuters

Numa intervenção na assembleia europeia, juntamente com a chanceler alemã, Angela Merkel, Hollande justificou a intervenção militar francesa na Síria sustentando que o conflito extravasa as fronteiras daquele país, e ameaça chegar mesmo a território europeu.

"O que está lá em jogo (na Síria) determinará por muito tempo os equilíbrios em toda a região do Médio Oriente, e se deixarmos os conflitos religiosos, e entre sunitas e xiitas, amplificarem-se ainda mais, não pensemos que estaremos ao abrigo: será uma guerra total, e que poderá afetar o nosso próprio território. E por isso temos que agir", disse, no plenário.

Segundo Hollande, "a França assumiu as suas responsabilidades militares face à ameaça, e toda a Europa deve comprometer-se no plano humanitário, político e diplomático", para "construir um futuro político na Síria, que dê à população outra alternativa" que não o atual Presidente Bashar al-Assad nem a organização terrorista Estado Islâmico.

Numa intervenção centrada na questão do terrorismo, François Hollande reiterou que o Estado Islâmico e os jihadistas constituem uma ameaça para toda a Europa, mas insistiu que também é necessário afastar de qualquer solução política o atual Presidente sírio, pois "o regime de Bashar al-Assad criou e continua a alimentar este desastre, e ainda hoje ele bombardeia, mata e massacra".

O conflito na Síria, que começou em março de 2011, já provocou mais de 240 mil mortos, de acordo com o Observatório Sírios dos Direitos Humanos.

Lusa

  • Negócios do fogo
    22:00
  • "Não podemos gastar o dinheiro e depois os filhos e os netos é que pagam"
    2:05

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no habitual espaço de comentário no Jornal da Noite, o reembolso antecipado ao FMI. O comentador da SIC defendeu que seria mais vantajoso se Portugal reembolsasse mais depressa, antes da subida das taxas de juro. Miguel Sousa Tavares considerou ainda que o reembolso da dívida é uma boa notícia, pois seria "desleal" deixar a dívida para "os filhos e os netos" pagarem.

    Miguel Sousa Tavares

  • Os efeitos da tempestade Ana em Portugal
    1:43
  • Porque têm as tempestades nomes?
    0:49

    País

    As tempestades passaram a ter um nome, partilhado pelos serviços de meteorologia de Portugal, França e Espanha. Nuno Moreira, chefe de divisão de previsão meteorológica do IPMA, foi convidado da Edição da Noite da SIC Notícias para explicar que este método é também uma forma de sinalizar a dimensão das tempestades.

  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59

    Mundo

    A tempestade Ana não causou apenas estragos em Portugal, mas também na Galiza, com a queda de árvores e cheias nas zonas ribeirinhas. No norte da Europa, as baixas temperaturas provocaram fortes nevões e paralisaram a Grã-Bretanha, com voos cancelados, escolas fechadas e estradas cortadas.

  • "De repente ele estava em cima de mim a beijar-me e a apalpar-me"
    2:43