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Síria anuncia grande ofensiva para libertar as áreas ocupadas pelo Estado Islâmico

Síria anuncia grande ofensiva para libertar as áreas ocupadas pelo Estado Islâmico

A Síria anunciou uma grande ofensiva militar para libertar as áreas ocupadas pelo Estado Islâmico. No entanto, a NATO manifesta preocupação com a escalada da violência dentro da própria Síria. No complexo tabuleiro militar da região, a Rússia juntou-se ao regime de Bashar Al Assad. Mas suspeita-se que, em vez de combater o Estado Islâmico, os russos estejam a aniquilar a oposição síria.

Os ministros da Defesa da NATO, reunidos hoje em Bruxelas, concordaram que a crescente intervenção russa na Síria levanta "sérias preocupações" e não está a ajudar a alcançar uma "solução política" para o conflito, afirmou o secretário-geral da organização.

Numa conferência de imprensa durante uma reunião de ministros da Defesa da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg disse que, na discussão sobre a situação na Síria, os Aliados concordaram que a "escalada da atividade militar russa na Síria" é muito preocupante, sobretudo porque não se limita a visar o ISIS, o grupo autodenominado Estado Islâmico.

"Ataques russos enfraqueceram Estado Islâmico"

Os ataques militares russos na Síria permitiram enfraquecer a organização EI e outros grupos armados, ao mesmo tempo que ajudaram as forças do regime, sustentou hoje o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas sírias.

"Após os ataques aéreos russos que diminuíram a capacidade de combate do EI e de outros grupos terroristas, as forças armadas sírias retomaram a iniciativa militar", afirmou o general Ali Abdallah Ayoub, citado pela televisão pública do país.

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