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Rússia desmente ter atingido hospital em ataque aéreo na Síria

A Rússia desmentiu hoje as informações de uma organização não-governamental sediada no Reino Unido de que um ataque aéreo russo tinha atingido um hospital de campanha na Síria, causando 13 mortos.

Imagem fornecida pelo Ministério da Defesa russo de um ataque contra uma "posição terrorista" em Aleppo, a 21 de outubro.

Imagem fornecida pelo Ministério da Defesa russo de um ataque contra uma "posição terrorista" em Aleppo, a 21 de outubro.

RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE / HANDOUT

"Quero desmentir todas essas informações", declarou a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, durante uma conferência de imprensa, adiantando "admirar a imaginação" dos seus autores.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), com sede em Londres, afirmou na quarta-feira à agência France Presse que pelo menos 13 pessoas tinham sido mortas num ataque aéreo russo a um hospital de campanha em Sarmine, na província de Idleb, no noroeste da Síria.

O OSDH possui uma vasta rede de fontes em todo o território sírio.

A clínica foi "significativamente danificada" pelos bombardeamentos e dois dos seus funcionários foram mortos, confirmou à AFP uma funcionária da Sociedade Médica Sírio-Norte-Americana (SAMS, na sigla em inglês), que gere a unidade, sem precisar se os ataques tinham sido efetuados por aviões russos.

"São divulgadas frequentemente falsas informações indicando como fonte o Observatório Sírio dos Direitos Humanos", disse Zakharova, ironizando: "É muito cómodo informar sobre o que se passa na Síria a partir de Londres, sem uma deslocação ao terreno".

A porta-voz lamentou que "vários media utilizem informações daquela ONG como uma fonte fiável e sólida, apesar de nos últimos dias várias das suas informações terem sido desmentidas".

A aviação russa diz ter atingido diariamente dezenas de alvos "terroristas" - do grupo radical Estado Islâmico e da Frente al-Nosra, ramo sírio da Al-Qaida - desde que iniciou a campanha na Síria, a 30 de setembro, com o acordo do regime de Damasco, do qual Moscovo é um aliado tradicional.

Países ocidentais acusam Moscovo de visar quase exclusivamente províncias onde as forças governamentais realizam ofensivas contra a oposição considerada moderada e onde não está o EI.

Segundo o OSDH, os cerca de 500 ataques já realizados pela aviação russa mataram mais de 370 pessoas, incluindo pelo menos 127 civis.

Lusa

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