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Estado Islâmico, "os primeiros terroristas das redes sociais"

O secretário de Defesa norte-americano disse que o grupo extremista Estado Islâmico tem "menos capacidade de atuação" nos EUA do que na Europa, mas advertiu para o novo desafio de enfrentar "os primeiros terroristas das redes sociais".

"O Estado Islâmico é um fenómeno novo. São os primeiros terroristas das redes sociais, tal como a Al-Qaeda foram os primeiros terroristas da Internet", disse Ashton Carter na segunda-feira, numa conferência organizada pelo diário "The Wall Street Journal" em Washington.

Carter disse que os jihadistas têm "menos capacidade para atacar nos Estados Unidos do que na Europa", devido às maiores "ligações" de cidadãos europeus com o Médio Oriente e a proximidade geográfica.

Carter insistiu que a maior ameaça para os Estados Unidos são os chamados "lobos solitários", pessoas nascidas e criadas no país que se radicalizam estimuladas pela propaganda do EI, como foi o caso do atentado de Chattanooga (Tennessee), que causou seis mortos há meses.

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou no sábado, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais dois portugueses.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelos menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, que morreram, ocorreram em vários locais da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país".

Lusa

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