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Jihadistas tinham planos contra a cimeira do G20

A célula jihadista do autodenominado Estado Islâmico, que causou a morte a 102 pessoas em outubro num duplo atentado suicida em Ancara, Turquia, tinha planos contra a cimeira do G20, que terminou segunda-feira em Antalya, revelam os media turcos.

© Jonathan Ernst / Reuters

A investigação aos computadores que a polícia encontrou nas casas dos jihadistas vinculados ao atentado de Ancara apontava para o facto de a cimeira do G20 ser um alvo e que estes tinham "feito explorações" nos hotéis onde os líderes mundiais estiveram alojados.

Os planos contra a reunião dos líderes mundiais foram encontrados no computador de Yunus Durmaz, procurado pela polícia e que é considerado um dos cérebros do atentado de Ancara, de acordo com o diário turco Hurriyet.

As forças de segurança também encontraram na casa de Durmaz, em Gaziantep, uma cidade junto à fronteira com a Síria, um depósito de armas.

A documentação intercetada revelou também que os jihadistas tinham estabelecido 26 objetivos, em 18 províncias turcas, entre os quais a comunidade judia e grupos turcos de esquerda.

Por causa destes indícios, foram tomadas medidas adicionais de segurança em Antalya, onde estiveram destacados 12.000 polícias.

Lusa

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