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Polícia espanhola detém dois marroquinos por suspeita de pertencerem ao Daesh

As autoridades espanholas detiveram na madrugada de hoje, na Catalunha e nas Canárias, mais dois marroquinos, um homem e uma mulher, por suspeita de pertencerem às estruturas de recrutamento do grupo Estado Islâmico.

(SIC/ Arquivo)

"Os dois detidos - integrados na estrutura da organização terrorista Daesh [grupo Estado Islâmico] - desenvolviam um trabalho de apologia e enaltecimento do terrorismo distribuindo, através da internet, material multimédia com o objetivo de aumentar as capacidades operacionais do DAESH. Também tinham feito ameaças de morte em nome do Daesh contra Espanha e contra a França", indicou a polícia espanhola numa nota distribuída à imprensa.

As detenções ocorreram em Mataró (Barcelona) e Pájara (Fuerteventura).

Os dois "tinham organizado uma sofisticada rede internacional de captação, doutrinamento e recrutamento de novos adeptos para a causa jihadista e estavam em contato permanente com outros operativos na Síria".

"Os membros desta célula, agora neutralizada, já tinham feito um juramento público de lealdade ao Daesh e ao seu líder Abu Baker Al Bagdadi", acrescentou a polícia.

Os dois marroquinos também difundiam imagens de execuções de prisioneiros do Daesh, que faziam acompanhar de comentários humilhantes para com as vítimas.

Os dois detidos, seguindo diretrizes do Daesh , distribuíam material multimédia para o uso e manejo de artefactos explosivos e armas, com o fim de facilitar ações terroristas aos operacionais.

"Isto vem corroborar a nova estratégia do Daesh para favorecer a incorporação de novos militantes: já não é necessário viajar para território sírio ou iraquiano para receber formação, já que o treino se pode realizar no país de residência do ativista", explicou a polícia, acrescentando que a organização terrorista pretende assim "minimizar os riscos de que os seus militantes sejam detetados pela polícia".

Com esta última operação antiterrorista, que ainda continua aberta, são já 100 os jihadistas detidos em Espanha este ano.

Lusa

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