sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Perto de 22 mil combatentes do Daesh abatidos desde 2014

Perto de 22 mil combatentes do grupo extremista Estado Islâmico foram mortos pela coligação liderada pelos Estados Unidos desde o verão de 2014, disse hoje o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Stringer . / Reuters

"Há um número dado pela coligação. Isto é, 22 mil mortes desde o início das operações" no Iraque e na Síria, afirmou o ministro em declarações ao canal de notícias France24.

Dos 22 mil combatentes, cerca de mil foram mortos em ataques do exército francês, que realizou entre cinco e 15% dos ataques da coligação.

O ministro da Defesa francês afirmou também que o número de combatentes do grupo extremistas ronda os 35.000, incluindo pelo menos 12.000 estrangeiros.

"O Estado Islâmico está numa situação de fragilidade, mas temos de ter cuidado", disse o ministro, acrescentando que os combatentes misturam-se com as populações civis para se protegerem.

Lusa

  • Madonna diz que América nunca desceu tão baixo
    2:12

    Mundo

    No mundo artístico, foram várias as vozes que se levantaram contra Trump, entre elas Madonna. A cantora disse esta quinta-feira em Nova Iorque, a propósito do dia da tomada de posse, que nunca a América desceu tão baixo. Já o ator Matthew McConaughey - que está em Londres - garantiu que não ia perder a cerimónia pela televisão.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Videoclipe mostra mulheres a fazer tudo o que é proibido na Arábia Saudita
    1:55

    Mundo

    Um grupo de mulheres canta, dança e faz outras coisas proibidas na Arábia Saudita como forma de protesto. O vídeo é uma crítica social à forma como as mulheres islâmicas são tratadas pelos maridos. Na letra constam frases como "Faz com que os homens desapareçam da terra" e "Eles provocam-nos doenças psicológicas". A ideia partiu de um homem, Majed al-Esa e já conta com 5 milhões de visualizações.

    Patrícia Almeida