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Turquia bombardeia posições do Daesh junto à fronteira comum

A artilharia turca disparou hoje sobre posições do grupo "jihadista" Daesh na Síria, que não está abrangido pela trégua em curso entre o regime e os grupos rebeldes, informou a agência noticiosa privada Dogan.

(Arquivo)

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© Stringer . / Reuters

Entre 50 e 60 obuses flagelaram as posições do Daesh no norte de Alepo, em coordenação com a coligação internacional dirigida pelos Estados Unidos, precisou a agência.

Este foi o primeiro bombardeamento da Turquia contra posições do Daesh desde janeiro, quando a artilharia de Ancara atacou as suas posições na Síria e Iraque após um atentado suicida que matou 12 turistas alemães no bairro histórico de Sultanahemt, em Istambul.

O ataque, não reivindicado, foi atribuído pela Turquia ao grupo "jihadista".

Antes da entrada em vigor do cessar-fogo, a artilharia turca bombardeou regularmente nos últimos dez dias as posições das milícias curdas sírias perto da fronteira turca e em resposta, segundo Ancara, a disparos provenientes de território sírio.

A Turquia pretendia que o Partido da união democrática (PYD, principal formação curda na Síria) e as Unidades de proteção do povo (YPG, o seu braço armado) fossem excluídos do cessar-fogo, mas sem sucesso.

Ancara tem divergido com o seu aliado norte-americano face a esta milícia, que Washington tem apoiado militarmente por se encontrar na linha da frente no combate aos "jihadistas" do Daesh.

Pelo contrário, Ancara define as YPG e o PYD como grupos "terroristas" pelas afinidades com o Partido dos trabalhadores do Curdistão (PKK), em rebelião desde 1984 nas regiões do sudeste da Turquia com maioria de população curda.

Hoje, as Nações Unidas consideraram que a trégua negociada por Washington e Moscovo na Síria, em vigor desde sábado, está a ser "globalmente respeitada" apesar de diversos incidentes isolados.

O acordo de cessar-fogo abrange apenas as zonas de combate entre as forças do regime, apoiadas pela aviação do aliado russo, e os rebeldes sírios, excluindo o Daesh e a Frente Al-Nursa, ramo sírio da Al-Qaida, e que controlam mais de 50% do território sírio.

Com Lusa

  • Com a multiplicação de bons indicadores económicos e financeiros do país, multiplicam-se os elogios ao Governo e declaram-se mortas e enterradas as políticas do passado recente, nomeadamente a da austeridade. Nada mais errado. O que os bons resultados agora alcançados provam definitivamente é que a austeridade resolveu de facto os problemas das contas públicas e, mais do que isso, contribuiu para o crescimento económico que foi garantido por reformas estruturais e pela reorientação do modelo económico.

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