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Chefe da unidade antiterrorismo britânica alerta que alvo do Daesh é "modo de vida ocidental"

O chefe da unidade de combate ao terrorismo da polícia britânica alertou hoje para o risco de mais atentados "espetaculares" do Daesh , que está a treinar-se para atingir o "modo de vida ocidental".

Reuters/Arquivo

Reuters/Arquivo

© Stringer . / Reuters

O Comissário da Polícia Metropolitana de Londres, Mark Rowley, disse hoje que a polícia britânica realizou no ano passado um número recorde de detenções no âmbito da luta antiterrorista.

Mas advertiu que o grupo 'jihadista' islâmico alargou o âmbito dos seus ataques, passando de alvos militares e policiais para alvos civis, e apontou como exemplo os atentados de 13 de novembro, em Paris, em que homens armados abriram fogo em bares, uma sala de espetáculos e um estádio, matando 130 pessoas.

"Nos últimos meses, temos assistido a uma expansão dos alvos, com muito mais planos para atacar o modo de vida ocidental, o que já aconteceu, obviamente, nos atentados de Paris, em novembro", disse Rowley à imprensa.

"Confrontamo-nos com um grupo terrorista com grandes ambições para cometer ataques enormes e espetaculares, e não apenas aqueles que conseguimos impedir até agora", acrescentou.

A polícia revelou antes ter frustrado sete conspirações para cometer atentados entre finais de 2014 e inícios de 2016.

Em todo o Reino Unido, a polícia fez o número recorde de 339 detenções relacionadas com a prevenção do terrorismo em 2015, cerca de metade das quais resultaram em acusações concretas.

As detenções nos últimos três anos foram 57% mais elevadas que nos anteriores três anos.

Cerca de 77% das detenções efetuadas no ano passado foram de cidadãos britânicos, 14% mulheres e 13% de jovens com 20 anos e menos de 20 anos -- uma nova tendência que reflete a forma como os 'jihadistas' do Daesh cativam grupos vulneráveis através das redes sociais.

O Reino Unido só sofreu um incidente fatal de terrorismo internacional desde 7 de julho de 2005, data dos atentados no sistema de transportes públicos londrino, que fizeram 52 mortos.

Lusa

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