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Líder do Daesh está gravemente ferido e não morto

Um dos líderes militares do Daesh, conhecido como Omar, o Checheno, está "gravemente ferido", e não morto, como os EUA chegaram a admitir, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

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Esta organização não-governamental, que dispõe de uma rede ampla de fontes na Síria, afirma que baseia esta informação em fontes internas àquele grupo na província de Raqa, que tem sido o bastião deste, situada no norte do país.

Na terça-feira, um dirigente dos EUA, sob anonimato, afirmou que aquele combatente "provavelmente foi morto, juntamente com outros 12 combatentes" do grupo, num bombardeamento norte-americano, realizado em 4 de março, no nordeste da Síria.

Porém, as fontes do OSDH garantem que "a coluna (de veículos) de Omar foi de facto atingida pelos aviões da coligação dirigida pelos EUA, os seus guarda-costas morreram, mas ele ficou gravemente ferido, não morto", disse o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahmane, à agência noticiosa France Press.

Omar "foi transportado da província de Hassaké (no nordeste) para um hospital na província de Raqa, onde recebeu cuidados de um médico do grupo (Estado Islâmico), de origem europeia", avançou Abdel Rahmane, especificando que o clínico é um "flebologista" (cirurgião vascular).

O porta-voz do Pentágono, Peter Cook, confirmou que um ataque tinha sido lançado contra Omar, mas recusou-se a avançar qualquer informação sobre a sua situação.

Conhecido pela sua espessa barba ruiva, Omar, que de facto se chama Tarkhan Tayumurazovich Batirashvili, é um checheno da Geórgia, avançou Cook.

Este "experimentado chefe de guerra" tem ocupado "várias posições de responsabilidade na direção da organização militar do grupo Estado Islâmico, entre as quais o Ministério da Guerra", detalhou.

O governo dos EUA estava a oferecer cinco milhões de dólares (4,5 milhões de euros) por informações fidedignas que pudessem conduzir até ele.

Lusa

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