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Jornalista alemão publica "A minha viagem ao coração do terror: 10 dias no Daesh"

Jürgen Todenhöfer foi o primeiro homem do ocidente a ter autorização para "visitar" o Daesh. O jornalista passou dez dias em território controlado pelo Daesh e teve oportunidade de conhecer o dia-a-dia dos jihadistas. A experiência foi documentada e publicada no livro "A minha viagem ao coração do terror: 10 dias no Daesh".

O jornalista a falar com um jihadista egípcio

O jornalista a falar com um jihadista egípcio

JÜRGEN TODENHÖFER

Um dos mais jovens jihadistas que o jornalista encontrou na sua visita

Um dos mais jovens jihadistas que o jornalista encontrou na sua visita

JÜRGEN TODENHÖFER

Garantia de segurança da viagem de Jürgen Todenhöfer

Garantia de segurança da viagem de Jürgen Todenhöfer

JÜRGEN TODENHÖFER

Entrevista do jornalista a um prisioneiro curdo do Daesh

Entrevista do jornalista a um prisioneiro curdo do Daesh

JÜRGEN TODENHÖFER

O Daesh tem as suas próprias matrículas

O Daesh tem as suas próprias matrículas

JÜRGEN TODENHÖFER

Jürgen Todenhöfer no mercado em Mossul, rodeado de civis

Jürgen Todenhöfer no mercado em Mossul, rodeado de civis

JÜRGEN TODENHÖFER

A viagem ocorreu em 2014 e, quando regressou à Alemanha, veio com um aviso: o Daesh era muito mais forte e perigoso do que aquilo que o ocidente podia pensar.

O jornalista alemão, de 74 anos, conseguiu viajar até Mossul, a maior cidade ocupada pelo Daesh, depois de meses de negociações com os líderes do grupo terrorista. Todenhöfer testemunhou o dia-a-dia dos jihadistas, os seus equipamentos e as condições em que viviam.

Em 2014, o jornalista avisou o mundo ocidental que estava a subestimar a ameaça do Daesh. Confirmou que os jihadistas eram mais inteligentes e perigosos do que aquilo que se pensava. Todenhöfer testemunhou o grande fluxo de novos combatentes que chegavam diariamente e concluiu que o Daesh não queria apenas conquistar o mundo, mas sim conseguir a maior limpeza religiosa alguma vez vista.

Garantiram-lhe que todos aqueles que não estavam convertidos ao Islão iriam morrer.

A experiência do jornalista alemão foi documentada e publicada no livro "A minha viagem ao coração do terror: 10 dias no Daesh".

Liebe Freunde, demnächst könnt Ihr unsere Doku über unsere Reise in den IS sehen. Für alle, die mein Buch schon gelesen haben, wird das nochmal sehr spannend. Alle anderen werden schockiert sein. Auch ich kann vieles, was ich dort erlebt habe, noch immer kaum fassen. Euer JT

Posted by Jürgen Todenhöfer on Sunday, 10 May 2015
  • "É mais um notável tiro no pé de Passos Coelho"
    4:04

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no Jornal da Noite, a polémica em torno de Pedro Passos Coelho, depois do presidente do PSD ter pedido desculpas por ter "usado informação não confirmada", ao falar na existência de suicídios, depois desmentidos, como consequência da falta de apoio psicológico na tragédia de Pedrógão Grande. Sousa Tavares considera que Passos Coelho deu "mais um tiro no pé" e defende que o líder da oposição "está notoriamente desgastado" e "caminha para uma tragédia eleitoral autárquica".

    Miguel Sousa Tavares

  • Este texto é sobre o bom senso. O bom senso que faltou a Passos Coelho quando, esta manhã, depois de uma visita pelas áreas ardidas de Pedrógão Grande, decidiu falar em suicídios. Passos não se referiu a tentativas, mas sim a atos consumados. Deu certezas. Disse que tinha conhecimento de “pessoas que puseram termo à vida” porque “que não receberam o apoio psicológico que deviam.”

    Bernardo Ferrão

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