sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Daesh executa 19 mulheres por recusarem ser escravas sexuais

Os jihadistas do Daesh executaram 19 mulheres em público, depois destas recusarem fazer fazer relações sexuais com os militantes. Segundo as informações dadas por uma testemunha, o Daesh queimou as mulheres até à morte.

(Arquivo)

(Arquivo)

As mulheres foram levadas para Mossul como escravas sexuais dos jihadistas.

Foram enjauladas e expostas em frente de milhares de pessoas.

"Ninguém pôde fazer nada para as salvar daquele castigo brutal", disse uma testemunha à agência síria ARA.

As Nações Unidas estimam que o Daesh tenha sob controlo cerca de 3.500 mulheres e crianças yazidis, como escravas.

O grupo extremista tem realizado atos brutais contra os yazidis, crentes da religião antiga, que consideram ser "seguidores do diabo".

A partir dos oito anos, os rapazes yazidis são forçados a converter ao Islamismo, para depois tornarem-se soldados ou bombistas suicidas.

Skye Wheeler dos Human Richts Watch disse: "Quanto mais tempo o Daesh tiver controlo sobre estas pessoas, mais terríveis se tornam as suas vidas. As mulheres são compradas, vendidas, brutalmente violadas e os seus filhos retirados".

Em agosto de 2014, cerca de 5 mil pessoas foram mortas e 400 mil forçadas a fugir, quando o Daesh avançou e ganhou poder nas áreas yazidis em Sinjar, no Iraque.

  • Vídeo mostra passagem da carrinha a alta velocidade nas Ramblas
    0:33

    Ataque em Barcelona

    O jornal espanhol El Pais divulgou hoje  as primeiras imagens da carrinha que matou 13 pessoas e feriu mais de 100 em Barcelona. O vídeo foi registado por  uma câmara de videovigilância de um museu nas Ramblas. Mostra pessoas a desviarem antes da passagem rápida da carrinha branca. Esta terá sido a parte final do percurso feito pelo veículo.

  • Castelo Branco aposta na cultura para preservar raízes e fomentar turismo
    5:26

    SIC 25 Anos

    Com perto de 200 mil habitantes, o distrito de Castelo Branco luta para criar projetos diferenciadores para atrair e ancorar a população. O desemprego tem vindo a baixar, numa região fortemente envelhecida. A capital do distrito aposta na cultura para preservar as raízes e fomentar o turismo, e a Universidade da Beira Interior tem cada vez mais alunos estrangeiros.