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Ministro do Interior iraquiano demite-se na sequência do atentado de Bagdade

O ministro do Interior iraquiano, Mohammed Ghabban, apresentou hoje a sua demissão ao primeiro-ministro Haider al-Abadi, dois dias após o atentado reivindicado pelo grupo jihadista Daesh que provocou mais de 200 mortos em Bagdad.

© Ahmed Saad / Reuters

"Submeti a minha demissão ao primeiro-ministro", anunciou, em conferência de imprensa.

No domingo, pelo menos 213 pessoas foram mortas e mais de 200 feridas na explosão de um veículo armadilhado num bairro comercial da capital iraquiana, o atentado suicida mais mortífero no país desde há décadas.

O ministro demissionário referiu que o veículo era proveniente da província de Diyala, a norte da capital, o que significa que conseguiu atravessar diversos postos de controlo e barreiras de segurança durante o seu trajeto.

Ghabbane considerou que os diversos postos de controlo disseminados por Bagdad, uma das medidas simbólicas do Estado para transmitir segurança às populações, são "absolutamente inúteis".

Na sequência do ataque, numerosos iraquianos exprimiram a sua cólera face à impotência do Governo em prevenir este género de atentados, que ocorrem com relativa frequência.

Em reação, o Governo anunciou a execução de cinco condenados à morte e a prisão de 40 'jihadistas'. O anúncio da demissão do ministro do Interior também parece destinada a fazer diminuir a cólera dos iraquianos.

Desde a queda do regime de Saddam Hussein, derrubado em 2003 na sequência da invasão militar norte-americana, que o Iraque se encontra numa fase permanente de instabilidade política e ausência de segurança, com um balanço de muitas dezenas de milhares de mortos e milhões de refugiados e deslocados.

Lusa

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