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Aviação russa mata 18 jihadistas do Daesh

Dezoito combatentes do Daesh morreram nas últimas 24 horas, na sequência de ataques aéreos das forças armadas russas, levados a cabo na região de Palmira, centro da Síria.

(Arquivo)

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De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), 'jihadistas' europeus estavam entre os combatentes mortos nos ataques perto da cidade de Al-Soukhna, localizada a 70 quilómetros de Palmira, e da região Al-Soukkari, noticiou a agência France Presse (AFP).

Moscovo anunciou, na quinta-feira, que a aviação russa realizou mais de 50 ataques aéreos contra posições do Daesh na última quarta-feira, na região da antiga cidade de Palmira, recuperada pelas tropas sírias e russas no final de março.

"A aviação russa reforçou a intensidade de ataques contra alvos terroristas na zona de Palmira. Desde 12 de julho, levou a cabo mais de 50 ataques contra alvos vivos e materiais", disse o Ministério da Defesa russo.

Estes ataques surgem cerca de uma semana depois da morte de dois pilotos russos, perto da cidade de Palmira, quando o helicóptero sírio em que voavam foi abatido, elevando para 12 o número de russos mortos em combate na Síria.

Moscovo é o principal aliado do regime de Bashar al-Assad desde o final de setembro de 2015, altura em que iniciou uma ação militar contra rebeldes e 'jihadistas'.

Depois do ataque de quinta-feira em Nice, o secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), John Kerry, defendeu hoje uma maior cooperação entre americanos e russos para pôr fim ao "flagelo do terrorismo" na Síria.

Kerry ofereceu a Moscovo a possibilidade criar um centro de comando conjunto na Jordânia para coordenação de ataques aéreos contra extremistas na Síria, liderado pelos EUA e pela Rússia, escreveu a AFP.

Lusa

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