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Rússia apoia bombardeamentos contra Daesh na Líbia

Uma jornalista corre com um rebelde para evitar os snipers do Daesh, em Alepo na Síria. (outubro de 2014)

© Jalal Al-mamo / Reuters

​A Rússia apoiou a realização de ataques aéreos contra combatentes do Daesh, embora tenha advertido que estas operações devem respeitar estritamente o direito internacional.

"A Rússia sempre defendeu a necessidade de ações decisivas para a aniquilação do Daesh e de outros grupos terroristas, estejam onde estiverem, em estrita consonância com as normas do direito internacional", indicou em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, publicado depois de os Estados Unidos terem anunciado o início de bombardeamentos com os combatentes na Líbia.

Todos os países "que lutam contra o terrorismo devem coordenar os seus esforços", acrescentou.

Pouco depois dos primeiros ataques aéreos norte-americanos contra o bastião do Daesh na zona de Sirte, cidade localizada entre Tripoli e Benghazi, o embaixador russo na Líbia, Ivan Molotkov, questionou a legalidade das ações de Washington.

"Do ponto de vista legal, penso que não tinham esse direito", respondeu Molotkov à pergunta de um jornalista sobre se os Estados Unidos deviam ter pedido uma resolução do Conselho de Segurança da ONU antes de bombardear território líbio.

Washington iniciou a campanha militar contra o Estado Islâmico a pedido do Governo da Autoridade Nacional (GAN), um dos três executivos existentes no país e único reconhecido pela ONU.

Desde a queda do regime de Muammar Kadhafi, a Líbia é palco do caos e da guerra civil, com três executivos a disputar o controlo do país: um em Tripoli, que a ONU considera rebelde, outro em Tobruk, reconhecido por vários países, e um terceiro, denominado GAN, apoiado pela ONU e UE.

O caos permitiu que vários grupos extremistas, especialmente o ramo líbio do Daesh, lutem por poder e território no país.

Lusa

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