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Daesh reivindica atentado em Istambul

© HUSEYIN ALDEMIR / Reuters

O Daesh reivindicou esta manhã o atentado em Istambul que matou 39 pessoas e fez 65 feridos numa discoteca, na noite da passagem de ano. O grupo terrorista diz, em comunicado, que um herói do califado levou a cabo uma operação abençoada contra cristãos.

A agência de notícias Aamaq, ligada ao Daesh, informou que o atentado da passagem de ano foi perpetrado por "um soldado heroico do califado, que atacou a discoteca mais famosa onde os cristãos celebram a sua festa pagã".

O mesmo texto acrescentou que o homem disparou a sua arma automática para "vingar a religião de Deus e em resposta às ordens" do líder do Daesh, Abu Bakr al-Baghdadi.

O grupo descreveu a Turquia como "o servente da cruz".

As autoridades turcas já tinham manifestado a convicção de que o grupo radical estaria por detrás do ataque à discoteca em Istambul.

O atirador, que na manhã de hoje continuava a monte, matou um polícia e outro homem no exterior da discoteca Reina, na madrugada do primeiro dia de 2017, antes de abrir fogo contra as pessoas que estavam a festejar no interior.

As autoridades vão devolver hoje às famílias os corpos dos 27 estrangeiros mortos no atentado numa discoteca, na noite de passagem de ano.

De acordo com a imprensa turca, entre as nacionalidades apuradas há sete cidadãos sauditas, quatro iraquianos, dois indianos, dois libaneses, dois tunisinos, um francês, um russo, um sírio, um israelita e um belga.


O primeiro-ministro turco garantiu ontem que começam a surgir alguns detalhes acerca da identidade do atacante e o Presidente Tayyp Erdogan pediu aos turcos para menterem a calma e a unidade.