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Rei de Espanha encerra nova ronda de audições com PSOE e PP

O Rei de Espanha, Felipe VI, recebe hoje os líderes do PSOE, Pedro Sánchez, e do PP, Mariano Rajoy, no encerramento da segunda ronda de audiências com vista à formação do Governo em Espanha.

Rei de Espanha

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© Andrea Comas / Reuters

O primeiro a ser recebido pelo monarca espanhol é o secretário-geral do PSOE, às 11:00 (10:00 em Lisboa) no Palácio da Zarzuela, em Madrid. Mariano Rajoy é recebido às 17:00 (16:00 em Lisboa).

No final da primeira ronda de audiências, Felipe VI convidou Rajoy (presidente do governo em funções e líder do partido mais votado nas eleições gerais de 20 de dezembro), mas este declinou temporariamente o convite para ir a votos no parlamento, afirmando que não tinha ainda apoios suficientes para vencer a votação de investidura.

O PP (vencedor das eleições com 123 deputados, mas sem maioria absoluta) precisa do apoio (ou da abstenção do PSOE) para ter eleger Rajoy (bem como da abstenção do Ciudadanos, de centro-direita). Já o PSOE pretende governar com uma solução "à portuguesa" (ou seja, formando governo sozinho, mas com acordos de apoio parlamentar: ou do Podemos ou do Ciudadanos ou de ambos).

Para já, o Podemos propôs ao PSOE um governo de coligação (ficando com a vice-presidência e pelo menos cinco ministérios), incluindo a Izquierda Unida (comunistas) e acordos com forças catalãs ou bascas.

Neste cenário de impasse, o Rei poderá convidar novamente Mariano Rajoy a formar governo (e este poderá declinar novamente) ou convidar desde já Pedro Sánchez (que tem afirmado preferir esperar que o PP seja "chumbado" no parlamento antes de iniciar negociações com a restante esquerda).

O monarca também pode não convidar ninguém a formar governo, preferindo que os líderes partidários se apresentem já com soluções de governo em estado de negociação mais avançado.

Neste cenário de impasse, os vários líderes partidários já falam cada vez mais em novas eleições, sabendo-se que o prazo de dois meses para a escolha do presidente do executivo apenas começa a contar após a primeira votação de investidura.

Essa votação apenas é marcada quando o rei convida um candidato, este aceita e a Mesa do Congresso dos Deputados fixa uma data para o plenário.

Lusa

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